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日志


2008/11/27

A BIBLIA, É INERRANTE PALAVRA DE DEUS

Texto Bíblico:- 2 Timóteo 3: 10 – 17

INTRODUÇÃO
 

Afirmou Thomas Browne que a Bíblia Sagrada, além de ser a Palavra de Deus, é a mais sublime obra literária já produzida. Somos constrangidos a concordar com Browne. Tudo nela é singular: estilo, correção, graça e proposta. Sua singularidade, porém, acha-se no fato de ela ser a Palavra de Deus. Que outro livro pode fazer semelhante reivindicação? Embora produzida no contexto histórico e cultural judaico, ninguém haverá de negar-lhe a universalidade. É o único livro contemporâneo de toda a humanidade; sua mensagem não se perde com o tempo.
Nesta lição, estudaremos a Bíblia não propriamente como obra literária; estudá-la-emos como a Palavra de Deus. Se assim não a acolhermos, de nada nos adiantará exaltar-lhe as qualidades artísticas. Foi-nos ela entregue, a fim de que reconheçamos a Deus como o Ser Supremo por excelência e a seu Filho Unigênito como o nosso Salvador.

I - O QUE É A BIBLIA

Neste tópico, veremos o que é a Bíblia Sagrada. Em primeiro lugar, buscaremos uma definição etimológica à palavra Bíblia. Em seguida, constataremos o que pensam os liberais, os neo-ortodoxos e os teologicamente conservadores acerca das Sagradas Escrituras.

1. Definição etimológica. Originária do grego, a palavra Bíblia significa livros ou coleção de pequenos livros. Atribui-se a João Crisóstomo a disseminação desse vocábulo.

2. Posição liberal. Os teólogos liberais, contaminados por um racionalismo incrédulo e pernicioso, não reconhecem a Bíblia como a Palavra de Deus. Perdendo-se em especulações, asseveram que ela apenas a contém. Infelizmente, muitos desses mestres e doutores têm-se infiltrado em seminários dantes conservadores e vêm, de maneira sutil, desviando os alunos da verdade.

3. Posição neo-ortodoxa. Reagindo contra o liberalismo teológico, ensinam os neo-ortodoxos que a Bíblia torna-se a Palavra de Deus à medida que alguém, ao lêla. tem um encontro experimental com o Senhor. Apesar das aparências, tal posicionamento fere a santíssima fé
(Jd v.20). A Bíblia não se torna a Palavra a Deus; ela é a Palavra de Deus.

Portanto, erram aqueles que afirmam: “A Bíblia fechada é um simples livro; aberta, é a boca de Deus falando”. Nada mais errado; aberta ou fechada, a Bíblia é a Palavra de Deus inspirada e inerrante.

4. Posição ortodoxa. Os ortodoxos afirmamos que a Bíblia é a Palavra de Deus. Dessa forma, colocamo-la no lugar em que ela tem de estar: como a nossa suprema e inquestionável árbitra em matéria de fé e prática. Se a Bíblia o diz, é a nossa obrigação obedecê-la sem quaisquer questionamentos. Ela é soberana!

II - A INERRÂNCIA DA BÍBLIA

A melhor maneira de se compreender uma doutrina é buscar-lhe uma definição adequada. Sua conceituação, a partir daí, torna-se mais fácil e não pecará pela falta de clareza e objetividade. Vejamos, pois, de que forma haveremos de definir a doutrina da inerrância bíblica.

1. Definição etimológica. A palavra inerrância vem do vocábulo latino inerrância e significa, literalmente, qualidade daquilo que não tem erro.

2. Definição teológica. A inerrância bíblica é a doutrina, segundo a qual as Sagradas Escrituras não contêm quaisquer erros por serem a inspirada, infalível e completa Palavra de Deus (Sl 119.140). A Bíblia é inerrante tanto nas informações que nos transmite como nos propósitos que expõe e nas reivindicações que apresenta.
Sua inerrância é plena e absoluta. Isenta de erros doutrinários, culturais e científicos, inspira- nos ela confiança plena em seu conteúdo (Sl 19.7).

III - A INERRÂNCIA BÍBLICA

Uma mudança notável da terminologia que resultou dos debates na área da inspiração das Escrituras foi a preferência pelo termo “inerrância” ao invés de “infalibilidade”. Isso tem a ver com a insistência de alguns no sentido de que podemos ter uma mensagem infalível com um texto bíblico errante.
“Infalibilidade” e “inerrância” são termos empregados para se aludir à veracidade das Escrituras. A Bíblia não falha; não erra; é a verdade em tudo quanto afirma (Mt 5.17,18;
Jo 10.35). Embora tais termos nem sempre hajam sido empregados, os teólogos católicos, os reformadores protestantes, os evangélicos da atualidade (e, portanto, os pentecostais “clássicos”), têm afirmado ser a Bíblia inteiramente a verdade; nenhuma falsidade ou mentira lhe pode ser atribuída.

Clemente de Roma, Clemente de Alexandria, Gregório Nazianso, Justino, o Mártir, Irineu, Tertuliano, Origenes, Ambrósio, Jerônimo, Agostinho, Martinho Lutero, João Calvino, e um número incontável de outros gigantes da história da Igreja, reconhecem que a Bíblia foi, de fato, inspirada por Deus, e que é inteiramente a verdade. Preste atenção à afirmação enfática de alguns destes notáveis:

Agostinho: “Creio com toda a firmeza que os autores sagrados estavam totalmente isentos de erros”.

Martinho Lutero: “As Escrituras nunca erram”.... onde as Sagradas Escrituras estabelecem algo que deve ser crido, ali não devemos desviar-nos de suas palavras”.

João Calvino: “O registro seguro e infalível”. “A regra certa e inerrante”. “A Palavra infalível de Deus”. “Isenta de toda mancha ou defeito”.

Provavelmente, os dois acontecimentos mais significativos no tocante à doutrina da infalibilidade e da inerrância foram a declaração sobre as Escrituras na Afiança de Lausanne (1974) e a Declaração de Chicago (1978) do Concílio Internacional da Inerrância Bíblica.

A declaração de Lausanne oferece (segundo alguns) flexibilidade em demasia ao afirmar que a Bíblia é inerrante em tudo quanto afirma. (Isto é: pode haver coisas que não foram “afirmadas” na Bíblia.) Como resposta, a Declaração de Chicago afirmou: “A Escritura na sua inteireza é inerrante, e está livre de toda a falsidade, fraude ou logro, Negamos que a infalibilidade e inerrância da Bíblia limitam-se aos temas espirituais, religiosos ou redentores, excluindo-se as asseverações nos campos da história e das ciências”

A Declaração de Chicago foi adotada por uma convenção de quase trezentos estudiosos no seu esforço para esclarecer e fortalecer a posição evangélica a respeito da doutrina da inerrância. Consiste em dezenove Artigos de Afirmação e de Negação, e tem uma prolongada exposição final, que se propõe a descrever e explicar a inerrância de tal modo que não deixa nenhuma possibilidade de existir nenhum tipo de erro em qualquer parte da Bíblia.

Embora seja possível questionar se a inerrância é ensinada de modo dedutível nas Escrituras, conclui-se que o exame indutivo das Escrituras foi ensinado por Jesus e pelos escritores bíblicos.

Deve ficar claro, porém, que a autoridade da Bíblia depende da veracidade da inspiração, e não da doutrina de inerrância. Esta é uma inferência natural que segue a inspiração e é “tirada dos ensinos bíblicos, e tem o pleno apoio da atitude do próprio Jesus” Alguns têm sugerido que abrir mão da doutrina da inerrância é o primeiro passo para se abrir mão da autoridade da Bíblia.

A inerrância reconhece contradições, ou inconsistências, no texto, não como erros propriamente ditos, mas como dificuldades que poderão ser resolvidas ao serem conhecidos todos os seus dados relevantes. A possibilidade de se harmonizar trechos aparentemente contraditórios vem sendo demonstrada freqüentemente pelos estudiosos evangélicos que têm dedicado tempo e paciência, revendo dificuldades textuais à luz das novas descobertas históricas, arqueológicas e lingüísticas. (Devemos, no entanto, evitar harmonizações forçadas ou altamente especulativas.

A doutrina da inerrância é derivada mais da própria natureza da Bíblia do que de um mero exame dos seus fenômenos. “Se alguém crê que a Escritura é a Palavra de Deus, não pode deixar de crer que seja ela inerrante” Deus “soprou” as palavras que foram escritas, e Deus não pode mentir. A Escritura não falha porque Deus não pode mentir. Conseqüentemente, a inerrância é a qualidade que se espera da Escritura inspirada, O crítico que insiste em haver erros na Bíblia (em algumas passagens difíceis) parece ter outorgado para si mesmo a infalibilidade que negou às Escrituras.

Um padrão passível de erros não oferece nenhuma medida segura da verdade e do erro. O resultado de negar a inerrância é a perda de uma Bíblia fidedigna. Se for admitida a existência de algum erro nas Sagradas Escrituras, estaremos alijando a veracidade divina, fazendo a certeza desaparecer.

IV - A DEFINIÇÃO DE INERRÂNCIA 

Embora os termos “infalibilidade” e “inerrância” tenha sido, historicamente, quase que sinônimos do ponto de vista da doutrina cristã, muitos evangélicos têm preferido ora um termo, ora outro. Alguns preferem “inerrância” para se distinguirem dos que sustentam poder a “infalibilidade” referir-se à veracidade da mensagem da Bíblia, sem necessariamente indicar que a Bíblia não contém erros.

Outros preferem “infalibilidade” a fim de evitar possíveis mal-entendimentos em virtude de uma definição demasiadamente limitada da “inerrância”. Atualmente, o termo “inerrância” parece estar mais em voga que “infalibilidade”. A série de declarações que se segue, portanto, é uma tentativa de se delimitar a definição de inerrância verbal que teria ampla aceitação na comunidade evangélica.

1. A verdade de Deus é expressada com exatidão, e sem quaisquer erros, nas próprias palavras da Escritura ao serem usadas na construção de frases inteligíveis.

2. A verdade de Deus é expressada com exatidão através de todas as palavras da totalidade da Escritura, e não meramente através das palavras de conteúdo religioso ou teológico.

3. A verdade de Deus é expressada de modo inerrante somente nos autógrafos (escritos originais), e de modo indireto, nos apógrafos (cópias dos escritos originais).

4. A inerrância dá lugar à “linguagem de aparência”, aproximações e várias descrições não contraditórias, feitas a partir de perspectivas diferentes. (Por exemplo, dizer que o sol se levanta não é um erro, mas uma descrição perceptiva e reconhecida.)

5. A inerrância reconhece o uso de linguagem simbólica e figurada, e uma variedade de formas literárias para se transmitir a verdade.

6. A inerrância entende que as citações no Novo Testamento de declarações do Antigo Testamento podem ser paráfrases, sem a intenção de serem traduções literais.

7. A inerrância considera válidos os métodos culturais e históricos de se relatar coisas tais como genealogias, medidas e estatísticas ao invés de exigir os métodos de precisão da moderna tecnologia. Esperamos que, com base dessas declarações, poderemos construir um conceito de inerrância que evite os extremos, sem deixar de levar em conta o testemunho que a própria Escritura oferece no tocante à sua própria exatidão e veracidade. Mesmo assim, nossas tentativas de definir a inerrância não são inerrantes em si mesmas. Por isso, embora nos esforcemos para influenciar os outros para que aceitem a doutrina da inerrância, seria bom respeitarmos o conselho sábio e amoroso do acatado defensor da doutrina da inerrância, Kenneth Kantzer:

“Os evangélicos conservadores, principalmente, devem ser mui cuidadosos e evitar a confrontação direta com o erudito, ou seminarista hesitante, que se sente perturbado por problemas no texto bíblico, ou por algumas das conotações comuns à palavra inerrante”. Semelhantemente, deve-se compreender que “a inerrância bíblica não subentende que a ortodoxia evangélica se segue como conseqüência necessária da aceitação dessa doutrina”. Deve se seguir a interpretação correta e a verdadeira dedicação espiritual.

V - A INFALIBILIDADE DA BIBLIA

Ao tratar da infalibilidade da Palavra de Deus, ousadamente expressou-se Cari F. Henry: “Há apenas uma única coisa realmente inevitável: é necessário que as Escrituras se cumpram”. O que isto significa? Simplesmente, que a Bíblia é infalível.

1. O que é a infalibilidade. É a qualidade, ou virtude, do que é infalível; é algo que jamais poderá falhar.

2. Definição teológica. Doutrina que ensina ser a Bíblia infalível em tudo o que diz. Eis porque a Palavra de Deus pode ser assim considerada:

1) Suas promessas são rigorosamente observadas;
2) Suas profecias cumprem-se de forma detalhada e clara (haja vista as Setenta Semanas de Daniel);
3) O Piano de Salvação é executado apesar das oposições satânicas. Nenhuma de suas palavras jamais caiu, nem cairá, por terra.

3. A Bíblia dá testemunho de sua infalibilidade. Leia com atenção as seguintes passagens: Dt 18.22; Dn 9.2; Mt 1.22; Mc 13.31; At 1.3.

VI - A INSPIRAÇÃO E A AUTORIDADE DAS ESCRITURAS

2 Tm 3.16,17 = “Toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redargüir para corrigir para instruir em justiça, para que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente instruído para toda boa obra.”
O termo “Escritura”, conforme se encontra em 2 Tm 3.16, refere-se principalmente aos escritos do AT (3.15). Há evidências, porém, de que escritos do NT já eram considerados Escritura divinamente inspirada por volta do período em que Paulo escreveu 2 Tm (1 Tm 5.18,
cita Lc 10.7; = 2 Pe 3.15,16). Para nós, hoje, a Escritura refere-se aos escritos divinamente inspirados tanto do AT quanto do NT, i.e., a Bíblia. São (os escritos) a mensagem original de Deus para a humanidade, e o único testemunho infalível da graça salvífica de Deus para todas as pessoas.

(1) Paulo afirma que toda a Escritura é inspirada por Deus. A palavra “inspirada”
(gr. theopneustos) provém de duas palavras gregas: Theos, que significa “Deus”, e pneuo, que significa “respirar”. Sendo assim, “inspirado” significa “respirado por Deus”. Toda a Escritora, portanto, é respirada por Deus; é a própria vida e Palavra de Deus. A Bíblia, nas palavras dos seus manuscritos originais, não contém erro; sendo absolutamente verdadeira, fidedigna e infalível. Esta verdade permanece inabalável, não somente quando a Bíblia trata da salvação, dos valores éticos e da moral, como também está isenta de erro em tudo aquilo que ela trata, inclusive a história e o cosmos (cf. 2 Pe 1.20,21; note também a atitude do salmista para com as Escrituras no Sl ll9).

(2) Os escritores do AT estavam conscientes de que o que disseram ao povo e o que escreveram é a Palavra de Deus (ver Dt 18.18; 2 Sm 23.2; Repetidamente os profetas iniciavam suas mensagens com a expressão: “Assim diz o Senhor”.

(3) Jesus também ensinou que a Escritura é a inspirada Palavra de Deus até em seus mínimos detalhes (Mt 5.18). Afirmou, também, que tudo quanto Ele disse foi recebido da parte do Pai e é verdadeiro (Jo 5.19,30,31; 7.16; 8.26).Ele falou da revelação divina ainda futura (i.e., á verdade revelada do restante do NT), da parte do Espírito Santo através dos apóstolos (Jo 16.13; cf. 14.16,17; 15.26,27).

(4) Negar a inspiração plenária das Sagradas Escrituras, portanto, é desprezar o testemunho fundamental de Jesus Cristo (Mt 5.18; = 15.3-6; = Lc 16.17; = 24.25-27,44;45; = J0 10.35), do Espírito Santo (Jo 15.26; = 16.13; =1 Co 2.12-13; = 1 Tm 4.1) e dos apóstolos (3.16; 2 Pe 1.20,21). Além disso, limitar ou descartar a sua inerrância é depreciar sua autoridade divina.

(5) Na sua ação de inspirar os escritores pelo seu Espírito, Deus, sem violar a personalidade deles, agiu neles de tal maneira que escreveram sem erro =(3.16; = 2 Pe 1.20,21; ver 1 Co 2.12,13 notas).

(6) A inspirada Palavra de Deus é a expressão da sabedoria e do caráter de Deus e pode, portanto, transmitir sabedoria e vida espiritual através da fé em Cristo (Mt 4.4; =
Jo 6.63; = 2 Tm 3.15; = 1 Pe 2.2).

(7) As Sagradas Escrituras são o testemunho infalível e verdadeiro de Deus, na sua atividade salvífica a favor da humanidade, em Cristo Jesus. Por isso, as Escrituras são incomparáveis, eternamente completas e incomparavelmente obrigatórias. Nenhuma palavra de homens ou declarações de instituições religiosas igualam-se à autoridade delas.

(8) Qualquer doutrina, comentário, interpretação, explicação e tradição deve ser julgado e validado pelas palavras e mensagem das Sagradas Escrituras (ver Dt 13.3 nota; ).

(9) As Sagradas Escrituras como a Palavra de Deus devem ser recebidas, cridas e obedecidas como a autoridade suprema em todas as coisas pertencentes à vida e à piedade (Mt 5. 17-19 = Jo 14.21; = 15.10; = 2 Tm 3.15,16; ver Ex 20.3 nota). Na igreja, a Bíblia deve ser a autoridade final em todas as questões de ensino, de repreensão, de correção, de doutrina e de instrução na justiça(2 Tm 3.16,17). Ninguém pode submeter-se ao senhorio de Cristo sem estar submisso a Deus e à sua Palavra como a autoridade máxima (Jo 8.31,32,37).

(10) Só podemos entender devidamente a Bíblia se estivermos em harmonia com o Espírito Santo. E Ele quem abre as nossas mentes para compreendermos o seu sentido, e quem dá testemunho em nosso interior da sua autoridade (ver 1 Co 2.12 nota;).

(11) Devemos nos firmar na inspirada Palavra de Deus para vencer o poder do pecado, de Satanás e do mundo em nossas vidas (Mt 4.4; = Ef 6.12,17; = Tg 1.21).

(12) Todos na igreja devem amar, estimar e proteger as Escrituras como um tesouro, tendo- as como a única verdade de Deus para um mundo perdido e moribundo. Devemos manter puras as suas doutrinas, observando fielmente os seus ensinos, proclamando a sua mensagem salvífica, confiando-as a homens fiéis, e defendendo-as contra todos que procuram destruir ou distorcer suas verdades eternas (ver Fp 1.16; 2 Tm 1.13,14 notas; 2.2; Jd 3). Ninguém tem autoridade de acrescentar ou subtrair qualquer coisa da Escritura (ver Dt 4.2 nota; Ap 22.19).

VII - A SUPREMACIA DA BIBLIA EM MATERIA DE FE E PRATICA

“A autoridade da Bíblia não provém da capacidade de seus autores humanos, mas do caráter de seu Autor”. Foi o que afirmou J. Blanchard. Ora, se a autoridade da Bíblia é absoluta, como haveremos de questioná-la? Vejamos, em primeiro lugar, o que é a autoridade.

1. Definição etimológica. Oriunda do vocábulo latino auto- rita tem, esta palavra significa: Direito absoluto e inquestionável de se fazer obedecer, de dar ordens, de estabelecer decretos e, de acordo com estes, tomar decisões e agir a fim de que cada decreto seja rigorosamente observado.

2. Definição teológica. Poder absoluto e inquestionável reivindicado, demonstrado e sustentado pela Bíblia em matéria de fé e prática. Tal autoridade advém-lhe do fato de ela ser a inspirada, inerrante e infalível Palavra de Deus.

3. Testemunho da Bíblia a respeito de sua autoridade. Leia as seguintes passagens: = Is 8.20; = 30.21; = 1 Co 14.37.

IX - O TESTEMUNHO DA CIÊNCIA

A Ciência é definida como “um conjunto de leis e princípios obtidos através de observações e repetidas experimentações”. Ela não baseia seus argumentos em hipóteses, teorias ou idéias não confirmadas. Os grandes cientistas, Prouste Lavoisier afirmaram certa feita que “na natureza nada se perde, nada se cria, tudo se transforma”. Essa declaração fortalece o fato de que por trás de toda a criação, está a ação da mente superior e criadora do Deus da Bíblia.

O relato bíblico sobre a Criação em Gênesis 1, recebe o apoio da Ciência, pois, a despeito da tentativa de alguns em desmenti-la, ninguém e nada têm conseguido apresentar alguma teoria secular ao relato bíblico. A Bíblia declara em Isaías que a terra é redonda (Is 40.22) e que o nosso planeta está suspenso sobre o vazio no ar (Jó 26.7) e a Ciência concorda com estas declarações. A Bíblia de modo singular, afirma que o Universo foi criado do nada pelo poder de Deus (Gn 1.1). As leis do Universo refletem vontade e a sabedoria de Deus, pois tudo1 quanto foi criado obedece ao Criador Eterno(Mt 8.27).

CONCLUSÃO

Como filhos de Deus, não podemos afastar-nos jamais das Sagradas Escrituras; destas, todos dependemos vitalmente. Quanto mais as lermos, mais íntimos seremos de seu Autor. Tem você lido regularmente a Bíblia? Tem-na estudado todos os dias? Se você realmente deseja um avivamento, comece a ler com redobrado fervor o Livro dos livros. Sem a Bíblia não pode haver avivamento.

Elaboração pelo:- Evangelista Isaias Silva de Jesus (auxiliar) Igreja Evangélica Assembléia de Deus Ministério Belém Em Dourados - MS 4° Trimestre 2008 - Tema: 9º Lição – A INERRÂNCIA DA BÍBLIA Teologia Sistemática Stanley M. Horton Bíblia de Estudo Pentecostal ano 1995 Bíblia de Estudo Genebra 1999 Lição Biblica CPAD ano 2006

Postado em http://rxisaias.blogspot.com/2008/11/biblia-inerrante-palavra-de-deus.html
2008/11/26

Trindade - Yeshua (Jesus) é D'us? Provas de alterações de texto bíblico para embasar essa doutrina.

JOHAN J. WETTSTEIN

Uma das figuras mais controversas nas fileiras dos pesquisadores bíblicos no século XVIII foi J. J. Wettstein (1693-1754). Desde novinho, Wettstein se viu encantado pela questão do texto do Novo Testamento e suas múltiplas variações e perseguiu o assunto em seus primeiros estudos. No dia posterior a seu aniversário de 20 anos de idade, em 17 de março de 1713, defendeu tese na universidade de Basiléia sobre "A variedade de versões no texto do Novo Testamento". Entre outras coisas, o protestante Wettstein defendia que versões variantes "podem não ter um efeito debilitante sobre a fidedignidade ou integridade das Escrituras". A razão: Deus "pôs esse livro de uma vez por todas no mundo como um instrumento para a perfeição do caráter humano. Ele contém tudo o que é necessário para a salvação tanto da crença quanto da conduta". Nesse caso, versões variantes podem afetar pontos menores das Escrituras, mas a mensagem básica segue intacta, não importa que variante alguém perceba.(17)
Em 1715, Wettstein foi à Inglaterra (em uma turnê literária) e teve completo acesso ao Códice Alexandrino, do qual já ouvimos falar quando abordamos Bentley. Uma parte do manuscrito mereceu a atenção particular de Wettstein: era uma daquelas questões acessórias de conseqüências enormes: dizia respeito ao texto de uma passagem-chave do livro de I Timóteo.
A passagem em questão, I Timóteo 3, 16, fora usada durante muito tempo por defensores da teologia ortodoxa em apoio da visão segundo a qual o próprio Novo Testamento chama Jesus Deus. É que o texto, na maioria dos manuscritos, refere-se a Cristo como "Deus tornado manifesto na carne e justificado no Espírito". Como já indiquei no capítulo 3 deste livro, a maioria dos manuscritos abreviava os nomes sagrados (os chamados nomina sacra, e esse é o caso justamente aqui, onde o termo grego para Deus (ΘEOΣ é abreviado com duas letras, teta e sigma (ΘΣ, com uma linha traçada no topo das duas para indicar que se trata de uma abreviatura. Wettstein percebeu, ao examinar o Códice Alexandrino, que a linha sobre as duas letras fora feita em uma tinta diferente da que fora usada para as palavras circundantes, de onde se depreende que provinha de uma mão tardia (isto é, traçado por um copista posterior). Além disso, o traço horizontal do meio da primeira letra, Θ, não fazia realmente parte da letra, mas era uma linha que vazara desde o outro lado do velho velino. Em outros termos, em vez de se tratar de uma abreviatura (teta-sigma) de "Deus" (ΘΣ, a palavra era realmente formada por um ômicron e um sigma (ΘΣ), uma palavra completamente diferente, que significa simplesmente "quem". A redação original do manuscrito não falava, pois, de Cristo como "Deus manifestado na carne", mas de Cristo, "que foi manifestado na carne". De acordo com o testemunho antigo do Códice Alexandrino, Cristo deixa de ser explicitamente chamado de Deus nessa passagem.
Na seqüência de suas investigações, Wettstein encontrou outras passagens típicamente usadas para afirmar a doutrina da divindade de Cristo que, de fato, representavam problemas textuais. Quando esses problemas são resolvidos com fundamentos crítico-textuais, na maioria das vezes, referências á divindade de Jesus são excluídas. É o que ocorre, por exemplo, quando o famoso parêntese joanino (I João 5, 7-8) é removido do texto. E isso acontece em uma passagem, Atos 20,28, na qual muitos manuscritos falam da "Igreja de Deus, que ele obteve por seu próprio sangue". Aqui, outra vez, fala-se de Jesus como Deus. Mas, vez disso, no Códice Alexandrino e em alguns outros manuscritos, o texto fala da "Igreja do Senhor, que ele obteve por seu próprio sangue". Aqui Jesus é chamado de Senhor, mas não é explicitamente identificado com Deus.
Alertado contra dificuldade desse tipo, Wettstein começou a questionar seriamente as próprias convicções religiosas e foi se familiarizando com o problema segundo o qual o Novo Testamento raramente chega, se é que alguma vez chega, a chamar Jesus de Deus. E ele começou a se sentir incomodado com seus companheiros pastores e professores de sua cidade natal, Basiléia, que às vezes se confundiam na linguagem sobre Deus e Cristo - por exemplo, ao falar do Filho de Deus como se se tratasse do Pai, ou ao dirigir-se a Deus Pai na oração, falando de suas "sagradas chagas". Wettstein achava que era necessário ser mais rigoroso ao falar do Pai e do Filho, visto que não eram o mesmo.
A insistência de Wettstein nesses materiais começou a levantar suspeitas entre seus colegas, suspeitas que se confirmaram para eles quando, em 1730, Wettstein publicou uma discussão dos problemas do Novo Testamento grego como antecipação de uma nova edição que estava preparando. Inclusas entre as amostras de passagens de sua discussão estavam alguns dos textos disputados que eram usados pelos teólogos para fundamentar biblicamente a doutrina da divindade de Cristo. Para Wettstein, na realidade, esses textos tinham sido alterados justamente para incorporar essa perspectiva: os textos originais não podiam ser usados como apoio dessa doutrina.
Essa posição causou furor entre os colegas de Wettstein, muitos dos quais se tornaram seus adversários. Eles fizeram moções junto ao conselho municipal da Basiléia para que Wettstein não conseguisse autorização para publicar seu Novo Testamento grego, por eles classificado de "obra perigosa, indesejável, inútil"; e afirmavam que "o diácono Wettstein está pregando fora da ortodoxia, fazendo afirmações, em suas aulas, contrárias ao ensino da Igreja Reformada e tem em mãos as provas de um Novo Testamento grego no qual algumas perigosas inovações muito suspeitas de socinianismo [uma doutrina que negava a divindade de Cristo] virão à tona". Chamado a prestar contas de seus pontos de vista diante do conselho universitário, concluiu-se que ele defendia posições "racionalistas" que negavam a inspiração plenária das Escrituras e a existência do mal e dos demônios e insistia em obscuridades escriturísticas.
Wettstein foi, então, destituído do diaconato cristão e obrigado a deixar a Basiléia. Por isso, foi estabelecer residência em Amsterdam, onde deu continuidade à sua obra. Posteriormente, queixou-se de que essa controvérsia toda forçou um atraso de vinte anos na publicação de sua edição do Novo Testamento grego (1751-1752).
Mesmo assim, era uma edição magnífica, que mantém todo o valor para os pesquisadores de hoje, mais de duzentos e cinqüenta anos depois. Nela, Wettstein imprime o Textus Receptus, mas também reúne um surpreendente conjunto de textos judeus, romanos e gregos, que são paralelos de afirmações encontradas no Novo Testamento e podem iluminar o sentido delas. Ele também cita um grande número de variantes textuais, aduzindo como prova cerca de vinte e cinco manuscritos maiúsculos e cerca de duzentos e cinqüenta minúsculos (quase três vezes o número a que Mill teve acesso), ordenando-os de modo muito claro, referindo cada maiúsculo com uma letra diferente em caixa alta e usando números arábicos para marcar os manuscritos minúsculos - um sistema de referência que se tornou padrão durante séculos e que ainda é, em sua essência, amplamente usado hoje.
A despeito do enorme valor da edição de Wettstein, a teoria textual que está por trás dela geralmente é vista como completamente ultrapassada. Wettstein ignorava os avanços metodológicos feitos por Bentley (para quem já trabalhadra, cotejando manuscritos) e Bengel (a quem considerava inimigo) e ainda afirmava que os antigos manuscritos gregos do Novo Testamento não mereciam crédito porque, a seu ver, tinham sido todos alterados em conformidade com os testemunhos latinos. Contudo, não há prova de isso ter acontecido e o resultado final de usar esse raciocínio como critério determinante de avaliação é que, quando alguém precisa decidir acerca de uma variante textual, o melhor procedimento não é ver o que os mais antigos testemunhos dizem (eles, de acordo com essa teoria, distanciaram-se completamente dos originais!), mas ver o que os mais recentes (os manuscritos gregos da Idade Média) dizem. Nenhum dos grandes pesquisadores do texto apóia essa teoria esquisita.
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17. HULBERT-POWELL, C. L. John James Wettstein, 1693-1754: an account of hislife, work, and some of his contemporaries. Londres: SPCK, 1938. p. 15-17.
DO LIVRO: BART D. EHRMAN, O que Jesus disse? O que Jesus não disse? Quem mudou a Bíblia e por quê, capítulo 4, A BUSCA DAS ORÍGENS, p. 122-126.


YESHUA (JESUS) É D'US?

Escrito por Igor Miguel Certa vez Yeshua foi questionado por um escriba, sobre qual era o principal dos mandamentos. Ele, sem hesitar, lhe respondeu: “Ouve Israel, ADONAI é nosso D'us, ADONAI é UM” (Mc 12:29 - Dt 6:4). Yeshua citou o mandamento central da fé do povo judeu, o fundamento do monoteísmo, a crença em Um Ùnico D’us. Este é um princípio básico das Escrituras, o fato de que não há espaço para deuses, mas para Um Único D’us, ADONAI. Porém tradicionalmente, o cristianismo vem compreendendo Jesus ou Yeshua dentro do conceito de trindade e comumente ouve-se cristãos afirmando que Jesus é D’us ou o próprio ADONAI (O PAI) em carne. Tais afirmações podem ser problemáticas se forem má formuladas, pois colocam em risco a fé monoteísta, produzindo assim uma doutrina que pode soar idólatra ou no mínimo triteísta. Pois afinal, se D’us é um e Seu nome é Adonai, como pode haver outro D’us chamado Jesus? Esta é uma pergunta lógica, que automaticamente produzirá uma outra: “Yeshua é D’us?” Antes de responder esta pergunta, deve-se primeiro refletir sobre o quê significa a palavra “D'us”. Ignorando o fato de que em português ela tem origem pagã, todos tem de alguma forma um conceito do quê esta palavra significa, ou a quem ela se refere. Mas, sabe-se que há diferentes “deuses”, tanto quanto existem diferentes religiões. Porém, ao se tratar do D'us da Bíblia, a que D'us ela está se referindo? Conforme o texto citado, o D'us Único da Bíblia é ADONAI. Para ser mais exato, Seu nome é formado por quatro consoantes hebraicas – Yud, Hei, Vav e Hei, que formaria o correspondente em português YHVH. Como se pode observar, o nome de D'us não tem vogais, o que o torna conseqüentemente impronunciável. Muitos na tentativa de transliterar este nome criaram expressões como Jeová, Javé, Yavé, Yahweh ou Yahú; todas criações de um nome completamente desconhecido, conforme a lingüística hebraica vem comprovando. Como vimos, o nome do D'us de Israel é impronunciável, sendo assim, foi criada uma forma alternativa de chamá-lo, neste caso, a expressão ADONAI, que quer dizer simplesmente “SENHOR”. Conclui-se então, que D'US é UM e seu nome é YHVH (ADONAI). Partindo desta tese, retoma-se a pergunta inicial: “YESHUA (JESUS) É D'US?”. Se esta pergunta é formulada com o sentido de “YESHUA (JESUS) É ADONAI?”, a resposta é: NÃO! Por quê? Por um motivo simples, o próprio Yeshua deixou claro em várias citações sua distinção do PAI (ADONAI); veja este exemplo: "Em verdade, em verdade, digo-vos que o Filho por si mesmo não pode fazer coisa alguma, se não vir fazer o Pai; porque tudo o que o Pai faz o Filho faz igualmente. Porque o Pai ama o Filho e lhe mostra tudo o que faz; e Ele lhe mostrará maiores obras do que estas para que vos maravilheis. Porque, assim como o Pai ressuscita os mortos e os vivifica, assim também o Filho vivifica aqueles que quer. E também o Pai a ninguém julga, mas deu ao Filho todo o juízo" (João 5.19-22). Este texto é muito interessante, pois demonstra claramente que Yeshua e o Pai possuem funções distintas e que o poder dEle depende completamente de Adonai, como diz o trecho: “[...] o Filho por si mesmo não pode fazer coisa alguma [...]”. Além disso, também fica claro que existe uma poderosa unidade entre ambos - unidade não no sentido de serem a mesma 'entidade', mas de parceria, união - [...] porque tudo o que o Pai faz o filho faz igualmente [...]. Por isto em outro trecho, Yeshua dirá “Eu e o Pai somos UM”. O que se percebe é que Yeshua tem uma autoridade divina – o que não o transforma no PAI. Porém, esta depende profundamente de ADONAI, Ele não tem autoridade ou poder divino por si só, ele depende da unidade com Seu Pai. Outro detalhe importante é perceber a submissão de Yeshua, pois como ele mesmo disse: “[...] vou e volto para junto de vós. Se me amásseis, alegrar-vos-íeis de que eu vá para o Pai, pois O PAI É MAIOR DO QUE EU” (João 14:28). Isto deve ficar claro, pois o problema é que a doutrina da trindade, vem ignorando o fato importante de que Yeshua está submetido à autoridade do Pai (ADONAI), e que o PAI, conseqüentemente é maior do que o Filho. Existe um caráter hierárquico aqui. Agora, voltando à pergunta, “Yeshua é D'us”? Se esta sentença tiver o mesmo sentido de perguntas como: “Yeshua é divino”? ou “Yeshua possui atributos divinos”? ou ainda “Yeshua tem autoridade divina?”. Se ela for formulada com estes significados, não há problemas em responder que SIM, Yeshua é D’us (divino). Pois de fato, Yeshua tem atributos e autoridade divinas, mas não porque ele é o PAI, ou ADONAI, mas, porque o PAI lhe concedeu tal poder – como foi visto em texto anteriormente citado. Vale fazer outra citação antes de prosseguir: “No princípio era o Verbo, o Verbo estava com D'us, e o Verbo era D'us” (João 1:1). Este texto significa que lá em Gênesis (Bereshit em hebraico) a PALAVRA (gr. LOGOS ou hb. DAVAR) estava com D’us, sabe-se que ela é YESHUA (JESUS), porém o texto ainda diz que Ele O VERBO (A PALAVRA) era D'us. Não seria esta uma refutação a teoria apresentada neste texto? De forma alguma! Basta observar a estrutura deste versículo em grego. Toda vez que se usa um termo grego para se referir a um substantivo, usa-se um artigo definido antes dele, a ausência deste artigo indefine automaticamente o substantivo. Por exemplo, quando o substantivo masculino ocorre (em grego) e se quer fazer uso de um artigo definido, usa-se a expressão “rô” 1. O estranho é que neste texto João, o final da sentença está: “kai (e) théos (D'us) en (era) ró (o) logos (verbo)”. Observe a ausência do artigo “ró” antes de D'us (théos), já antes da palavra “logos” ele ocorre. Como no grego a ausência de artigo definido, indica automaticamente indefinição, daí que alguns grupos concluíram a tradução do texto como “um D'us” – os Testemunhas de Jeová por exemplo – traduzindo o texto com um artigo indefinido antes de theós. Porém, esta tradução também é errada, uma solução simplista e que fere a idéia de um único D'us. Pois, ao por D'us no indefinido “um”, supõe-se a existência de outros deuses, e aí cai-se novamente no 'politeísmo'. Finalmente, qual seria a solução para este texto? Qual seria a melhor tradução? Devemos lembrar que o evangelho de João possui um grego muito pobre, provavelmente escrito por alguém que tinha pouco domínio da língua, conforme esclarece o Dr. Russel Champlim: “O grego ali usado é próprio de um autor que falava o aramaico (sic) [hebraico], e que adquiriu o grego como segundo idioma. Há muitos erros gramaticais no original...” (CHAMPLIM, R.N. Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia. Ed. Candeia, São Paulo: 1995, Pg. 544). O que parece é que João queria usar o substantivo theos (D'us) como um adjetivo, não no sentido do 'verbo ser D'us', mas, que o 'verbo é DIVINO'. O que esclarece definitivamente o texto. Fato é, João não estava dizendo através deste texto que Yeshua é ou era ADONAI. Mas, que Ele é divino, o que muda completamente o sentido do versículo. Para entender definitivamente a função de Yeshua, deve-se usar o princípio da representatividade. Yeshua REPRESENTA o Pai. Por ser seu representante legal é também possuidor da autoridade dAquele a quem representa, é divino, não no sentido de ser o PAI, mas no sentido de vir do D'US ADONAI. Por isto a Bíblia o chama de “D'US FORTE” (Isaías 9:5) e “D'US CONOSCO – EMANUEL” (Isaías 7:14). Pois, YESHUA 'REPRESENTA' ADONAI ENTRE NÓS, sendo assim, quem honra o Filho, honra o Pai (João 5:23). Existem vários textos que demonstram este caráter representativo de Yeshua, vejamos: “... o qual (Messias) é a imagem do D’us invisível, o primogênito de toda a criação” (Cl. 1:15). Aqui o Messias é a “imagem do D’us invisível”, ninguém pode ver ao Eterno (YHVH), mas todos podemos vê-lo em Seu Filho o Messias Yeshua. Outro texto interessante é o que está em Hebreus 1:3: “Ele, que é o resplendor da glória e a expressão do Seu Ser”. Vale observar a má tradução feita pelas versões Almeidas (ARC e ARA) que colocam o versículo como: “... a expressão ‘exata’ do Seu ser...” esta palavra – exata – simplesmente não existe no original, a palavra grega aqui é ‘character’ que foi melhor traduzida pela versão americana King James como sendo: “a imagem expressa do Seu ser”. Yeshua é a uma expressão cognoscível, em que é possível conhecer D’us (YHVH). D’us o Pai, o ETERNO (YHVH) é intenso, é icongnoscível, é extenso, transcendente, enorme, é Eterno ou como dizem os cabalistas o EIN-SOF (Sem Fim), nem um homem em seu estado de mortalidade pode conhecê-lo, por isto enviou Ele um mediador (um representante), no qual é possível perceber todos os Seus atributos de uma forma compreensível a mente e as condições espirituais do homem. O D’us icongnoscível se torna congnoscível através de Seu Ungido o Messias YESHUA. Por isto João diz: “Ninguém jamais viu a D’us; o Filho unigênito, que está no seio do Pai, é quem o revelou” (João 1:18) [Observação sobre as versões que põe este verso como: ‘... o D-us o unigênito o revelou...’ estão no final do artigo na nota #2]. Ninguém jamais viu a D’us, por Isto agora podemos vê-lo em Seu filho, é como o próprio Yeshua disse em Mateus 11:27 “... ninguém conhece o Pai, senão o Filho, e aquele a quem o Filho o quiser revelar”. Aí reside o que chamo de “Divindade Representativa” – ninguém pode conhecer o Pai, ninguém pode percebê-lo, Ele é incompreensível se o vermos em nossas limitações intelectuais e espirituais, por isto Ele enviou seu FILHO em quem habita corporalmente (em forma de corpo) sua plenitude, a fim de torna-se compreensível aos olhos humanos. Assim, o D’us único revela seu poder e atributos através de seu Ungido. Chocante para os que formulam D’us dentro do conceito trinitariano é pensar na possibilidade que Yeshua (Jesus) tem um D’us, sim, Paulo faz menção a isto quando diz: “Bendito seja o D’US, e PAI de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias...” (II Co 1:3 e Ef 1:3). Como pode Ele ser o D’us de si mesmo? Encerra-se dizendo: “Depois virá o fim, quando houver entregado [YESHUA] o Reino a D-us, ao Pai, e quando houver aniquilado todo o império e toda a potestade e força. Porque convém que [YESHUA] reine até que haja posto a todos os inimigos debaixo de seus pés. Porque todas as coisas (o Messias) sujeitou debaixo de seus pés. Mas, quando diz que todas as coisas lhe estão sujeitas, claro está que se excetua Aquele [O PAI] que sujeitou todas as coisas. E, quando todas as coisas lhe estiverem sujeitas [A YESHUA], então também o mesmo Filho se sujeitará Àquele [AO PAI – ADONAI] que todas as coisas lhe sujeitou, para que D-us seja tudo em todos” (I Co.15:24). Este texto significa que D’us (O PAI) deu autoridade máxima a Yeshua nestes tempos, para destruir principados, aniquilar impérios, para subjugar o inimigo e conquistar o Reino, finalmente, quando o Messias cumprir sua missão, Ele devolverá o Reino pronto para PAI, para que ELE (D’US – ADONAI) seja tudo em todos. 1 - “Rô” (aspiração áspera + ómicron) ocorre quando o substantivo está no nominativo, quando se está no acusantivo é o artigo “ton”(tau + ómicron + ní). Nos substantivos femininos são outras ocorrências. 2 - As versões Almeida em Português adotaram a tradução “D-us Unigênito”, tradução esta rejeitada por várias versões clássicas e modernas, como a King James, a NVI e outras. Pois em alguns manuscritos antigos ocorre como “Filho Unigênito” e João raramente usa a expressão em grego para unigênito (monoguêne gr.) ligado a “D-us”, o sempre faz ligado a “Filho”. Como os manuscritos antigos do N.T. abreviavam nomes sagrados como “D-us”, “Filho”, “Israel”, (isto é chamado entre os estudiosos de nomina sacra), a similaridade das duas letras minúsculas Teta e Sigma que juntas eram uma abreviação para a palavra “D-us” e as letras Ypsilon e Sigma, que juntas eram uma abreviação para a palavra “FILHO”, poderiam ser facilmente confundidas por um tradutor. Daí a ocorrência em alguns manuscritos traduzirem o versículo como “Filho” e outras como “D-us”. Como João nunca usa a expressão “Unigênito” associada a D’us, mas várias vezes associada a Filho, as boas traduções não usam mais esta versão: “O D-us unigênito o revelou” e sim “O Filho unigênito o revelou...”. http://www.ensinandodesiao.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=90&Itemid=28
2008/11/24

A História da Terra Santa - Cronologia

 

Da promessa até o cativeiro

2126 a.C. - Deus chama Abrão para a terra de Canaã (Gn 12.1-3).

1913 a.C. - Deus estabelece uma aliança incondicional com Abraão e revela-lhe os limites da terra prometida a ele e aos seus descendentes para sempre (Gn 15).

1800 a.C. - Deus confirma a aliança abraâmica com Isaque (Gn 26.1-5).

1760 a.C. - Deus confirma a aliança com Jacó (Gn 28.13-15).

Egito

1728 a.C. - José é vendido como escravo no Egito (Gn 37.36).

1706 a.C. - Jacó (agora chamado Israel, Gn 32.28) e seus filhos mudam-se para o Egito (Gn 46.1-26).

1446 a.C. - O êxodo do Egito (Êx 14).

1406 a.C. - Início da conquista israelita de Canaã.

1375 a.C. - Começa o período dos juízes.

1050-930 a.C. - O reino unido (Saul, Davi e Salomão). Em 1000 a.C., Davi conquista Jerusalém e a torna a capital de Israel.

930-732 a.C. - O reino dividido (Norte = Israel; Sul = Judá). Jerusalém é a capital de Judá.

722 a.C. - A Assíria conquista o Reino do Norte (Israel).

605-586 a.C. - A Babilônia conquista o Reino do Sul (Judá) e destrói o Templo de Salomão. Início do cativeiro babilônico.

Do retorno até Herodes, o Grande

539 a.C. - Queda da Babilônia diante da Média-Pérsia (Dn 5).

538 a.C. - Ciro, o rei persa, permite o retorno dos judeus à sua terra (Esdras 1).

537 a.C. - Judeus retornam a Jerusalém sob Zorobabel.

Maquete do segundo templo

516 a.C. - A reconstrução do Segundo Templo é concluída.

458 a.C. - Nova leva de judeus retorna a Israel sob Esdras.

445 a.C. - Artaxerxes I envia Neemias a Jerusalém para reconstruir os muros (Ne 2).

430 a.C. - Malaquias, a última voz profética; depois dele, 400 anos de "silêncio".

333 a.C. - Alexandre, o Grande, conquista a Pérsia, iniciando o período helenístico (grego).

323 a.C. - Morre Alexandre, o Grande. Seu reino é dividido entre seus quatro generais (Ptolomeu, Seleuco, Cassandro e Lisímaco).

167 a.C. - Antíoco IV (Epifânio) profana o Templo.

165 a.C. - Judas Macabeu lidera a revolta contra Antíoco, purifica o Templo e restabelece a independência sob a dinastia hasmoneana.

63 a.C. - O general romano Pompeu entra em Jerusalém, pondo fim à independência judaica; Júlio César é assassinado.

37 a.C. - Os romanos apontam Herodes, o Grande, como "rei dos judeus" e outorgam-lhe autoridade sobre a Judéia, Samaria e Galiléa.

De Herodes até Maomé

20 a.C. - Herodes inicia a reconstrução do Templo.

6-5 a.C. - Jesus nasce em Belém.

4 a.C. - Morre Herodes; César Augusto divide o território: Arquelau recebe a Judéia, Herodes Antipas, a Galiléia e Filipe, a Ituréia e Traconites (Nordeste da Galiléia – Lc 3.1).

26-36 d.C. - Pôncio Pilatos governa a Judéia.

30 d.C. - Jesus, o Messias, é crucificado, ressuscita dentre os mortos e ascende ao céu. Começa a era da Igreja no Dia de Pentecostes (Shavuot).

Massada

66-73 d.C. - Primeira insurreição judaica. Os romanos destróem Jerusalém e o Templo (70 d.C.), e atacam Massada, onde 960 judeus preferem cometer suicídio a se renderem (73 d.C.).

132-135 d.C. - Segunda insurreição judaica. O imperador Adriano reconstrói Jerusalém como uma cidade pagã e a denomina Aelia Capitolina. Rabbi Akiva lidera a rebelião e proclama como messias o líder militar Simon Bar Kochba. O povo judeu, que não tinha acesso apenas a Jerusalém, é disperso por toda a terra. Roma renomeia Judá, Samaria e Galiléia de Siria Palaestina, conhecida mais tarde como Palestina.

200 d.C. - Muitos judeus dispersos retornam.

312-313 d.C. - O imperador Constantino abraça o cristianismo.

330 d.C. - Constantino muda-se para Bizâncio, e dá-lhe o nome de Constantinopla (hoje Istambul, Turquia), mantendo o controle sobre a Palestina.

570 d.C. - Muhammad ibn Abd Allah [Maomé] nasce em Meca (Arábia Saudita).

De Maomé aos turcos otomanos

610 - Maomé declara que o anjo Gabriel mostrou-lhe uma tabuinha determinando que ele se tornaria um mensageiro de Deus [Alá]. Daí até sua morte ele passou a ter "visões". Assim começou a religião muçulmana, o islamismo, que significa "submissão a Alá".

622 - Maomé foge de Meca para Yathrib (que passou a ser chamada de Medina = Cidade do Profeta). Sua retirada é conhecida como Hégira ("hijrah", em árabe = emigração). O calendário muçulmano começa nessa data – 1 d.H. (primeiro ano depois da Hégira).

630 - Os árabes omíadas tornam-se os primeiros muçulmanos presentes em Jerusalém.

632 - Morre Maomé.

639-661 - Governo árabe muçulmano. Apenas neste período de 22 anos a Terra Santa foi governada pelos árabes – mesmo então, como parte de um grande império.

661-1099 - Muçulmanos governam a Palestina. No entanto, não se trata de árabes, e sim dos abássidas, vindos de Bagdá, dos fatímidas, procedentes do Cairo, e dos seljúcidas, da Turquia.

Cruzadas

1099-1187 - As cruzadas católicas, sob o papa Urbano II, conquistam Jerusalém e massacram judeus e muçulmanos.

1187 - Saladino, um muçulmano curdo de Damasco, recaptura Jerusalém e grande parte da Palestina.

1244-1303 - Os mongóis da Ásia destituem a dinastia de Saladino. Os mamelucos muçulmanos e os mongóis lutam pelo poder. A presença dos cruzados termina em 1291 d.C.

1513-1517 - Os muçulmanos turco-otomanos conquistam a Palestina.

Dos turcos otomanos até os britânicos

1517 - Os muçulmanos turco-otomanos governam a Palestina como parte de seu império.

1840 - Governo turco completamente restaurado. Líderes ingleses começam a discutir a possibilidade de restabelecer o povo judeu em sua própria terra.

1822 - Judeus fazem aliyah (imigração) da Romênia para a Palestina.

1890-1891 - Uma grande massa de judeus proveniente da Rússia desembarca em Israel.

1894-1895 - Na França, o capitão Alfred Dreyfus é condenado por espionagem, em meio a um feroz anti-semitismo.

1896 - Theodor Herzl escreve Der Judenstaat ("O Estado Judeu").

1897 - O Primeiro Congresso Sionista, convocado por Herzl, é realizado em Basiléia (Suíça). Mais de 200 participantes, de 17 países, criaram a Organização Sionista Mundial, que buscava "estabelecer uma pátria para o povo judeu em Eretz-Israel (a terra de Israel), assegurada pela lei". O Congresso Sionista se reuniu todos os anos, de 1897 a 1901, e desde então se reúne a cada dois anos, até os dias de hoje.

1901 - O Congresso Sionista criou o Fundo Nacional Judaico (FNJ), destinado a levantar recursos para a aquisição de terras em Eretz Israel. O FNJ é o maior proprietário de terras em Israel (12,5% do território), tendo adquirido mais da metade dessa extensão antes do estabelecimento da nação.

1904 - Segunda onda de imigração de judeus, provenientes principalmente da Rússia e da Polônia.

1906 - A primeira escola judaica de ensino médio é fundada em Haifa e uma escola de artes é fundada em Jerusalém.

1908-1914 - Segunda aliyah de judeus vindos do Iêmen.

1909 - Tel Aviv, a primeira cidade totalmente judaica, é fundada na Palestina.

1910 - Fundação do kibbutz Degania.

1914-1918 - Primeira Guerra Mundial.

1917 - O general britânico Edmund Allenby conquista a Palestina, a leste e a oeste do Jordão, pondo fim ao domínio otomano. Em novembro, os britânicos publicam a Declaração Balfour, apoiando o estabelecimento de "uma pátria para os judeus".

1920 - A Liga das Nações dá aos britânicos um mandato sobre a Palestina, com ordens de implementação da Declaração Balfour.

(Israel My Glory - http://www.beth-shalom.com.br)

Publicado anteriormente na revista Notícias de Israel, maio de 2003.

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Ladrões que operam online roubaram US$ 5,3 bi, diz pesquisa

 

G1 > Mundo - NOTÍCIAS - Ladrões que operam online roubaram US$ 5,3 bi, diz pesquisa

24/11/08 - 09h17 - Atualizado em 24/11/08 - 09h30  

Ladrões que operam online roubaram US$ 5,3 bi, diz pesquisa

Dados de cartões de crédito e de contas bancárias são maior alvo de fraude, diz Symantec.

Da BBC

Ladrões que operam na internet têm acesso a mais de US$ 5 billhões através dos cartões de crédito vítimas de fraudes online, conforme pesquisa realizada pela empresa de programas de segurança para computadores Symantec.

Seus técnicos acompanharam por um ano o mercado negro da internet e viram que números de cartões de crédito eram o item mais popular à venda - 31% de todos os artigos oferecidos online.

Em segundo lugar, estavam os detalhes de contas bancárias - 20% de todos os itens oferecidos em canais de chat criminosos.

A dimensão da fraude foi estimada a partir da multiplicação da média do montante com um cartão roubado, US$ 350, pelos milhões de números de cartões que a Symantec viu sendo oferecidos.

O relatório da empresa revelou ainda que se os ladrões hi-tech esvaziassem todas as contas bancárias que viu sendo oferecidas na internet eles poderiam arrecadar US$ 1,7 bilhão. 

  Contas encerradas
 

A Symantec disse que é provável que muitos dos cartões oferecidos para venda sejam inválidos ou tenham sido cancelados, e que as contas bancárias foram encerradas, mas acrescentou que "estes dados são indicativos do valor do mercado negro e do valor potencial do mercado".

Números de cartões de crédito se provaram populares entre os ladrões que operam na internet porque eles são fáceis de se conseguir e usar em operações fraudulentas.

Entre os métodos preferidos pelos criminosos para roubar informações sobre cartões de crédito estão ataques a bancos de dados, phishing (nome dado a e-mails que se dizem falsamente vir de bancos e pedem os dados do "cliente") e clonagem de cartões.

Através de canais de chat secretos e fóruns de discussão em que se entra apenas a convite, ladrões hi-tech formam alianças informais, contatam aqueles que se especializam em uma técnica ou outra ou encontram indivíduos que podem tirar dinheiro de determinados cartões de crédito ou instituições financeiras.

Gangues russas ou do Leste Europeu parecem estar entre as mais organizadas, segundo o relatório.

2008/11/23

Briga de trânsito termina com morte de 3 em Salvador

Discussão aconteceu em um posto de combustíveis de Salvador.
Briga começou após um motorista bater em outro carro.

Da Agência Estado

Uma discussão de trânsito em um posto de combustíveis de Salvador teria sido a causa de um triplo assassinado ocorrido na madrugada deste domingo (23) na entrada do bairro residencial de Imbuí, localizada na margem da Avenida Paralela - a mais movimentada da capital baiana, que liga o centro da cidade ao aeroporto internacional.

De acordo com a Polícia Civil, o casal Edineri dos Santos e Josuel Santos chegou ao posto de carona, no carro conduzido pelo amigo Adriano Oliveira. O motorista estaria tentando estacionar o veículo quando aconteceu uma batida em outro carro.

O acidente causou uma discussão entre Oliveira e o motorista do segundo veículo, ainda não identificado, que sacou uma arma e atirou contra o jovem, de 20 anos, Josuel, de 21, e Edineri, de 25 anos, fugindo em seguida.

Os três chegaram a ser socorridos, mas não resistiram aos ferimentos. Neste domingo, policiais recolheram as fitas das câmeras de vigilância do posto, na tentativa de identificar o assassino.


Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL872836-5598,00.html

 

Líderes da Apec prometem ação rápida na economia


23 de Novembro de 2008

Por Chisa Fujioka e Oleg Shchedrov

Fonte: http://veja.abril.com.br/agencias/reuters/reuters-destaque/detail/2008-11-23-190432.shtml

LIMA (Reuters) - Os Estados Unidos, a China, o Japão e outras 18 economias da Ásia e das Américas prometeram neste domingo uma ação rápida e decisiva para evitar uma severa crise econômica global.

Com várias partes do mundo em recessão e com o caos no mercado financeiro, os líderes presentes no fórum de Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (Apec), com 21 países, disseram que a atual desaceleração é "um dos desafios econômicos mais sérios que já enfrentamos".

Eles afirmaram que o livre-comércio e o aumento dos gastos públicos são cruciais para resolver a crise, e apoiaram um estímulo maior para retomar as negociações globais de comércio com a busca por acordos nas áreas de agricultura e de bens manufaturados.

A declaração dos líderes da Apec ao final da cúpula de dois dias no Peru citou as medidas anunciadas na semana anterior pelo grupo das 20 principais economias do mundo após um encontro em Washington, mas aumentou o grau de apoio a ações drásticas que estimulem o crédito e os gastos.

Os membros da Apec representam mais da metade da produção econômica mundial e incluem também Canadá, Indonésia, México, Chile, Nova Zelândia, Cingapura, Coréia do Sul e Hong Kong. Nove deles também são membros do G20.

Eles prometeram trabalhar juntos para aliviar a crise, concordaram em não adotar novas barreiras comerciais durante um ano, pediram uma melhor regulação do setor financeiro e apoiaram reformas do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial em um momento em que mais países precisam de empréstimos de emergência para evitar um desastre financeiro.

"A arquitetura política e econômica do mundo está passando pelas mudanças mais profundas e complicadas desde a Guerra Fria", disse o presidente chinês, Hu Jintao, ao presidente russo, Dmitry Medvedev, durante a cúpula.

O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, que faz a última viagem internacional programada de seu mandato, manteve durante a cúpula conversas bilaterais com os líderes de China, Japão e Rússia.

Ele tentou usar o encontro para ressuscitar as negociações globais de comércio antes de passar o cargo para o presidente eleito Barack Obama, que expressa mais cautela sobre o assunto do que Bush.

Um membro do governo norte-americano disse a repórteres em Genebra que via "alta probabilidade" de que os ministros de comércio retornem à cidade no próximo mês para tentar avanços na Rodada de Doha sobre o comércio mundial.

Os encontros da Apec nos últimos oito anos foram marcados muitas vezes por manifestações anti-Bush e protestos contra o livre comércio. Nesta ocasião, no entanto, não ocorreram manifestações, talvez pelo fato de que Bush já esteja perto de deixar a Casa Branca.

(Reportagem adicional de Marco Aquino)

Palavra PROFÉTICA para o ESTADO de ISRAEL

Desde a destruição de Jerusalém no ano 70, culminando com a dispersão do povo Judeu para todas as partes do mundo, conforme profecia Bíblica, a exemplo de Deuteronômio 28:64 – “E o Senhor vos espalhará entre todos os povos, desde uma até a outra extremidade da terra” (ler ainda Jeremias 16:15) – e, após a queda de Jerusalém no ano 70, pelo Império Romano, os Judeus espalhados em toda a terra profetizavam, declaravam em hebraico: BA-SHANÁ HÁ-BAÁH BIRUSHALÂIM = No próximo ano em Jerusalém.

Desde a destruição de Jerusalém no ano 70, culminando com a dispersão do povo Judeu para todas as partes do mundo, conforme profecia Bíblica, a exemplo de Deuteronômio 28:64 – “E o Senhor vos espalhará entre todos os povos, desde uma até a outra extremidade da terra” (ler ainda Jeremias 16:15) – e, após a queda de Jerusalém no ano 70, pelo Império Romano, os Judeus espalhados em toda a terra profetizavam, declaravam em hebraico: BA-SHANÁ HÁ-BAÁH BIRUSHALÂIM = No próximo ano em Jerusalém. Passaram-se anos, séculos e a esperança profética era sempre repetida por causa das promessas que Deus fez a Abraão, a Isaque e a Jacó. A volta oficial do povo Judeu à sua terra aconteceu em 14 de maio de 1.948, cumprindo-se literalmente a profecia de Isaías 66:8. Tal convicção de esperança (Tikva) ficou em eminência no próprio Hino Nacional de Israel quando diz: Há-Tikva Bat Shenot Alpâim - “Esperança, filha de dois mil anos”. Diz Isaías 43:5-6 “Não temas, pois, porque sou contigo, trarei a tua descendência desde o oriente, e a ajuntarei desde o ocidente. Direi ao norte: Entrega; e ao sul: Não retenhas; trazei meus filhos de longe, e minhas filhas das extremidades da terra”. Quando nasceu o Estado de Israel, em 14/05/48, judeus de pelo menos 87 nações da terra regressaram a ÉRETZ ISRAEL (Terra de Israel).

01. ORIENTE: Da Índia, Afeganistão, Malásia, China, Iraque (antiga Babilônia). Só do Iraque uma comunidade inteira de 113.000 regressou a Israel em 1959, na operação aérea “Ali Babá” (Is. 60:8).

02. OCIDENTE: “Ajuntarei” - Uma seleção de judeus do ocidente regressou, enquanto outros permanecem lá apoiando Israel com suas finanças (U.S.A.).

03. NORTE: “Entrega” - Havia cerca de 3 milhões de judeus na União Soviética. Por uma ordem divina, eles saíram. Em 1990, milhares regressaram a Israel.

04. SUL: “Não retenhas” - DO IÊMEN, uma comunidade de 43.000 judeus iemenitas atravessou a Península da Arábia e chegou à Colônia Britânica de Áden, rumo à terra dos seus pais dizendo ter chegado a hora de partir.

05. UMA PROFECIA NO SÉCULO VII - um rabino profetizou na sinagoga que nos fins dos tempos, perto da vinda do Messias, eles retornariam. “Haverá um dia quando o Deus de Israel, o Deus de Abraão, Isaque e Jacó nos levará de volta à terra prometida dos nossos pais”. E quando chegar o tempo, este será o sinal: “Ele nos levará de volta nas asas de um grande pássaro prateado”. Os britânicos deram instruções à Agência Judaica para fazer os arranjos para o seu regresso. Uma frota de aviões DAKOTA, de cor prateada, transportou a comunidade, na operação “TAPETE MÁGICO”, entre junho de 1949 a junho de 1950.

06. DA ETIÓPIA: Os judeus etíopes (FALASHAS), uma comunidade que data dos dias da Rainha de Sabá e que cresceu ao longo dos séculos partiu, impulsionada por uma mão invisível. Dois terços regressaram a Israel. Por serem de pele escura não foram logo aceitos pelos rabinos;  porém, a disputa chegou ao fim, com a descoberta de sua verdadeira origem judaica.

07.  ORIGEM DOS JUDEUS ETÍOPES - Tribo de Dã.  Dan estava ao Norte, junto do Hermon e uma parte onde hoje é Tel-Aviv. Essa parte perdeu-se quando o Reino do Norte caiu. Os danitas desceram ao Egito, sul do Egito, entraram no Sudão, Sul do Sudão. No tempo dos faraós elefantinos serviram como soldados mercenários. Com a queda do reino elefantino, fugiram para a Etiópia. Na mistura com nubianos que se converteram ao judaísmo, tornaram-se mais escuros.

08. EXTREMIDADES DA TERRA - O povo voltou para Israel da Mandechuria e China, da Austrália e Nova Zelândia, da Rússia e Libéria, da Escandinávia, Grã-Bretanha, da América do Norte e do Sul, da Índia e da Ásia, da Pérsia e do Iraque.

09. A TERRA DE SINIM - “Eis que virão de longe, e eis que aqueles do norte e do ocidente, e aqueles outros da terra de Sinim” (Is. 49:12). Parecia um mistério este lugar. Em Hebraico moderno significa “A terra dos chineses”. A bela sinagoga do século XI, apresentada no museu da Diáspora, é da China. Em 1946, reuniram-se 30.000 judeus em Xangai, devido à guerra. Não sabiam para aonde ir. A maioria, em 1948, partiu para Israel.

10. O REGRESSO DO CEGO, DO ALEIJADO, DA GRÁVIDA E A DE PARTO. “Eis que os trarei da terra do Norte, e os congregarei das extremidades da terra, e entre eles também os cegos e aleijados, as mulheres grávidas e as de parto; em grande congregação voltarão para aqui” (Jr. 31:7-9). Da multidão que regressou após a II Guerra Mundial, muitos foram levados em macas: cegos e aleijados e tantos em condições de fraqueza física como resultado dos sofrimentos do holocausto. Crianças nasceram na viagem. A profecia em epígrafe se cumpria ao pé da letra.
Um dia especial e maravilhoso haverá para Israel aos olhos de todas as Nações: “E as Nações saberão que eu sou o Senhor que santifico a Israel, quando estiver o meu santuário no meio deles para sempre” (Ezequiel 37:28).

P/TRIBUNA DO ABCD 01/09/07

22/11/2008 - 13:41 — Por Agnaldo Leite do Sacramento em http://www.cafetorah.com/Palavra-PROFETICA-para-o-ESTADO-de-ISRAEL

Internet ajuda jovens a se tornarem cidadãos competentes na era digital

Usar a internet é essencial para que os jovens determinem habilidades sociais e técnicas para se tornarem cidadãos competentes na era digital, revela estudo da MacArthur Foundation.
A web faz com que os adolescentes desenvolvam sua personalidade e ainda auxilia na tomada de decisões de uma forma que gerações mais antigas não entendem, segundo a organização.
Os pesquisadores responsáveis pelo estudo informaram que a web não é meramente recreacional para os jovens internautas. No lugar de nomear a internet como “distração improdutiva”, o estudo classificou a rede como “um salto de pensamento da geração”.
Além de aprender mais sobre seus próprios relacionamentos, os jovens aceitam mais obter novos conhecimentos dos seus próprios amigos ao invés de adultos, o que poderia levar a uma mudança significativa em estratégias educacionais.
O estudo mostra que a internet e seus recursos - mensagem instantânea, redes sociais e derivados - é importante também para os casais, que conseguem se manter em contato com frequência.
Neste último caso, há controvérsias - afinal, a tecnologia permite que os tímidos se aproximem online mesmo sem conhecer alguém pessoalmente, o que pode gerar outro tipo de entrave social. Um bom exemplo é a camiseta com o sistema ShotCode, que permite, por uma foto, o levantamento de dados sobre quem a veste em redes sociais.
O levantamento envolveu análises de 2005 a 2008, conduzindo 23 estudos de caso, além dados sobre práticas de jovens, principalmente nos Estados Unidos. O relatório completo está online no site da MacArthur Foundation.
*Texto de JR Raphael, editor da PC World, de São Francisco

Publicado por Lygia de Luca

PC sem Windows?

Saiba qual será o futuro dos sistemas operacionais sem o Windows

Por InforWorld/EUA

Publicada em 05 de novembro de 2008 às 07h00

Atualizada em 14 de novembro de 2008 às 08h44

São Francisco - Cloud computing e aplicativos online são a tendência. Como ficará o seu PC se o Windows 7 for o último sistema da Microsoft?

windows_duvida_88.jpgNa semana passada, olhos curiosos dirigiram toda a sua atenção à Professional Developer Conference, da Microsoft, quando a empresa detalhou o Windows 7, que substituirá o sistema operacional Windows Vista.
A primeira reação é de que o Windows 7 nada mais é do que um Vista ‘limpo’ e muito melhor. O kernel é basicamente o mesmo, com novas tecnologias. Mas se o Windows 7 é mais do mesmo, talvez seja a hora de concluir que ele não tem mais para onde correr - o sistema morreu. O que virá depois dele, então?
Já há alguns sinais. A entrega de serviços em cloud computing torna o browser, e não o sistema operacional, o kernel do PC de amanhã. A tecnologia de aplicativos ricos de internet (do inglês RIA, de Rich Internet Application), dá aos serviços características que a primeira geração da web jamais contemplaria.
Com a virtualização e estas características, é possível ter aplicativos mais ricos sem embutir o peso de um sistema operacional pesado para os usuários.
Isto tudo junto é o futuro do PC, segundo o analista do Gartner, Neil MacDonald. Seja qual for o sistema operacional, se tornará irrelevante com o tempo.
A nova leva de aplicativos provavelmente incluirá serviços que rodam por tecnologias como o Flash e o AIR da Adobe, ou o Silverlight da Microsoft. Afinal, não é por acaso que todas rodem em todos os browsers e nos principais sistemas de hoje - Windows, Mac OS e Linux.
Os aplicativos poderiam rodar em máquinas virtuais que aparecem como parte do sistema para o usuário, assim como os usuários de Mac podem, com o VmWare Fusion e Parallels Desktops, rodar softwares do Windows e Linux como se fossem usuários nativos do Mac.
O uso de máquinas virtuais pode ajudar o sistema operacional a evoluir sem quebrar o legado dos softwares e, ao mesmo tempo, permitir a rápida migração para fora deste mundo.
Neste universo, a Adobe e a Microsoft podem ser as novas fornecedoras de sistemas operacionais, com apoio de mecanismos de virtualização da unidade Xen, da Citrix, da Vmware, da EMC ou mesmo da Microsoft.
Os browsers de hoje podem não ser necessários, exceto como agregadores de favoritos e outras atividades para gerenciamento de arquivos.
A Apple, contudo, não aparenta ter estratégias em cloud computing além de oferecer lojas de aplicativos para download em desktops e celulares. Aparentemente, para o Mac OS X Snow Leopard, em 2009, a fabricante considera um sistema escalável, que operaria em um ambiente ‘misto’ de softwares na máquina e serviços online.
Independentemente disto, os PCs devem ser otimizados para ter memória e armazenamento suficientes para rodar aplicativos locais em máquinas virtuais quando desconectados da web - mas não precisariam de um sistema tradicional para funcionar.
Parece ficção científica? Pois a empresa DeviceVM já tem uma tecnologia de boot instantâneo para o Windows que inicializa o Linux primeiro, para rodar browsers imediatamente. O Windows continua a trabalhar em seu próprio tempo.
A Dell, HP e Lenovo trabalham em iniciativas similares, enquanto a Microsoft afirma investigar um conceito parecido, usando uma parte do Windows para rodar o navegador enquanto o resto do sistema inicializa.
Estas transições envolvem questões, como a sobrevivência dos drivers ou um padrão universal para todos os fabricantes de hardware. Mesmo que o novo PC seja uma combinação de serviços, aplicativos online e ambientes virtuais, ainda há dispositivos e periféricos para gerenciar. O hardware não sumirá.
Microsoft no futuro
A questão é: o futuro envolve ou não a Microsoft? Uma espiada no Windows 7 pode levar à resposta “não”, mas MacDonald, da Gartner, indica movimentos em que a Microsoft mostra entender as tendências. Segundo ele, há uma transição de cerca de 10 anos pela frente. Isto será aparente à maioria dos usuários em 2011, quando o modelo for centralizado em serviços e não no sistema.
Algumas pistas mostram que os pesquisadores da empresa estão investigando tecnologias para a transição. Talvez a mais significativa seja o Silverlight 2, que competirá com o Flash e o AIR da Adobe. A Microsoft, que criou a tecnologia proprietária ActiveX - que só rodava no Internet Explorer -, a perdeu para os desafios de novos browsers, como o Firefox e o Google Chrome.
Dessa forma, a idéia é que o Silverlight rode no Windows, Mac OS e Linux, além de compatível com outros navegadores - e não necessariamente precisará deles.
A conclusão é que o Silverlight pode ser o método de entrega de aplicações ricas em quase qualquer contexto. “A Microsoft pode monetizar com plataformas não-Windows se fizerem tudo certo”, diz MacDonald.
O ‘kit de ferramentas’ para a Microsoft permitir a transição para um novo PC vai além do Silverlight, contudo. A empresa já entrou no universo de virtualização, com a ferramentaHyper-V. Na semana passada, anunciou o Azure, versão do Windows para cloud computing.
O novo sistema, que parece ter como base a plataforma SharePoint, pode ajudar a unir o cloud computing ao mundo existente de desktops, dando à Microsoft e outras empresas um ponto de transição.
MacDonald enfatiza que alguns projetos na Microsoft a manterão ‘central’ pós um mundo com Windows. Um deles é o Singularity, que explora a reinvenção do sistema operacional para o contexto atual.
Algumas questões prevalecem: será que a Microsoft conseguirá juntar as peças e seguir pelo caminho obrigatório? Ou será que a visão antiga de Bill Gates, de PCs sendo mainframes, se manterá no caminho?

Continue


Galen Gruman, editor da InfoWorld, de São Francisco

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2008/11/22

“A história e o significado da 'Palestina' e dos 'Palestinos' - 1ª Parte

Para os que se interessam por história e em conhecer a verdadeira origem dos “Palestinos”, resolvi escrever para vocês baseando-me em traduções do artigo: “A história e o significado da 'Palestina' e dos 'Palestinos', por Joseph Katz, renomado historiador e escritor americano. Vale a pena aprender um pouco sobre a verdadeira origem do Conflito Árabe-Israelense, até porque este conflito não é milenar como muitos afirmam, mas bem recente e repleto de interesses políticos. O artigo está dividido em DUAS partes. Nesta semana estarei postando a PRIMEIRA parte, e na semana que vem a SEGUNDA.

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Leiam e se surpreendam! Indiquem também para amigos ou conhecidos que desejam saber mais sobre a história de Israel e sobre a verdadeira história dos "Palestinos".

Shabat Shalom,

MZandona
 

Por Joseph Katz
Tradução e adaptação por MZandona

“Não existe uma nação árabe chamada Palestina (...). Palestina é o nome que os romanos deram para o Eretz Israel com o intuito de enfurecer os judeus. Por que deveríamos usar o mesmo infeliz nome dado para nos humilhar? Os ingleses escolherem chamar a terra que eles controlavam de Palestina, e os árabes pegaram este nome como seu suposto nome milenar, apesar de nem sequer conseguirem pronunciá-lo corretamente. Eles transformaram a Palestina em 'Falastin', uma entidade ficcional.”

Golda Meir

O QUE SIGNIFICA “PALESTINA”?

“Palestina” nunca foi o nome de uma nação ou estado. É na verdade um termo geográfico utilizado para designar uma região abandonada ao descaso desde o século II d.C. O nome em si deriva do termo “Peléshet”, que aparece constantemente na Bíblia hebraica e foi traduzido como “Filístia” ou “Palestina”. Os Filisteus eram um povo do mediterrâneo com origens na Ásia Menor e na Grécia. Eles chegaram à costa Israelense em várias caravanas. Um grupo chegou no período pré-patriarcal, estabelecendo-se em Beer Sheva, entrando em conflito com Abraão, Isaque e Ismael. Um outro grupo, vindo da ilha de Creta após uma frustrada tentativa de invasão do Egito (1194 a.C.), se estabeleceu na área costeira de Israel. Lá eles fundaram cinco assentamentos: Gaza, Ashkelon, Ashdod, Ekron e Gat. Posteriormente, durante o domínio dos Persas e Gregos, povos de outras ilhas do Mediterrâneo invadiram e destruíram os assentamentos filisteus. Desde os dias de Heródoto, os gregos chamam a costa leste do Mediterrâneo de “Síria Palestina”.

Os filisteus não eram árabes nem ao menos semitas. Sua origem era grega. Eles não falavam árabe, nem nunca tiveram qualquer conexão étnica, lingüística ou histórica com a Arábia ou com os Árabes. O nome “Falastin” que os árabes usam atualmente para “Palestina”, nem sequer é uma palavra árabe mas sim hebraica - Peleshet (raiz Pelesh), que significa divisor, invasor. O uso do termo “Palestino” para se referir a um grupo étnico árabe é uma criação política moderna, sem qualquer credibilidade acadêmica histórica.

COMO A TERRA DE ISRAEL VEIO A SE TORNAR “PALESTINA”?

No primeiro século d.C., os romanos destruíram o reino independente da Judéia. Após a revolta frustrada de Bar Korchba no segundo século, o imperador romano Adriano determinou a eliminação da identidade de Israel (também conhecido como Judá ou Judéia), visando destruir o vínculo milenar do povo judeu com a região. Assim, ele escolheu o nome “Palestina”, impondo-o em toda a terra de Israel. Ao mesmo tempo, ele mudou o nome de Jerusalém para “Aélia Capitolina”.

Os romanos mataram milhares de judeus e expulsaram ou venderam como escravos outras centenas de milhares. Muitos dos sobreviventes optaram por não abandonar a terra de Israel, e jamais houve um momento sequer na história da região sem que judeus e comunidades judaicas estivessem presentes, apesar das condições serem extremamente precárias e perigosas.

BREVE HISTÓRIA DA “PALESTINA”

Milhares de anos antes dos romanos criarem o termo “Palestina”, a região era conhecida como Canaã. Os cananitas possuíam muitas cidades-estados, às vezes independentes às vezes vassalos de reis egípcios ou hititas. Os cananitas nunca se uniram para formar um estado. Após o Êxodo do Egito (provavelmente no sec. XV ou XIII a.C.), os filhos de Israel se estabeleceram na terra de Canaã. Ali formaram primeiramente uma confederação tribal e depois os reinos de Israel e Judá.

Desde os primórdios da história até os dias atuais, Israel (Judá ou Judéia) foi a única entidade independente e soberana que existiu ao oeste do rio Jordão (nos dias bíblicos, Amon, Moabe e Edom, bem como Israel, possuíram territórios ao leste do Jordão, mas estes desapareceram na antiguidade e nenhuma outra nação reivindicou a região, até os britânicos criarem o termo “Trans-Jordânia”, nos anos 20).

Após a conquista romana da Judéia, a “Palestina” se tornou uma província do império romano e posteriormente do império cristão Bizantino (brevemente também foi conquistada pelo império zoroástrico persa). Em 638 d.C, um califa árabe muçulmano tomou a Palestina das mãos dos bizantinos e a anexou ao império árabe-muçulmano. Os árabes, que não tinham nem sequer um nome em árabe para a região, adoraram o nome dado pelos romanos, pronunciando-o como “Falastina”, ou invés de “Palestina” (na língua árabe não há o som de “p”).

Durante este período árabe, grande parte da população da região (composta por uma mistura de povos e tribos nômades de várias regiões ao redor) foi forçada a converter-se ao islamismo. Eles eram governados por um califa que reinava de sua capital (primeiramente em Damasco e depois em Bagdá). A região da Palestina nunca se tornou uma nação ou um estado independente, nem desenvolveu uma cultura ou sociedade distinta. Em 1099, cruzados cristãos da Europa conquistaram a “Palestina – Filistina”. Após 1099, nunca a região esteve novamente sob domínio árabe. O reino estabelecido posteriormente pelos cruzados europeus era politicamente independente, mas nunca desenvolveu uma identidade nacional, servindo apenas como um posto militar da Europa Cristã por menos de 100 anos. Após este período, a Palestina foi anexada à Síria como uma província mameluca (etnicamente um povo fruto de uma mistura entre guerreiros e escravos cujo centro político encontrava-se no Egito), e posteriormente anexada ao Império Turco-Otomano, cuja a capital encontrava-se em Istambul.

Cruzados na Palestina, 1099, Chateau de Versailles, França

A PROMESSA DO "LAR JUDAICO NACIONAL"

Viajantes do ocidente à região da Palestina deixaram registros do que viram no local. O tema presente em todos os relatos é DESCASO. Vejamos alguns testemunhos:

“A terra está desolada, vazia, negligenciada, abandonada, destinada à ruínas. Não há nada lá (Jerusalém) para ser visto, a não ser poucos vestígios da antiga muralha que ainda permanece. Todo o resto está coberto por musgo e mato”. Peregrino inglês, 1590.

“A região está em situação deplorável, sem habitantes. Sua maior necessidade são pessoas!” Cônsul Britânico, 1857.

“Não há sequer uma vila em toda a extensão do vale chamado Jezreel, nem mesmo em um raio de 50Km. Viajamos quilômetros sem encontrar uma alma sequer. Nazaré está abandonada, Jericó é uma ruína que se desfaz; Belém e Betânia, na sua pobreza e humilhação, não é desejada por qualquer criação (...). Um país desolado cujo solo é bastante rico, mas é dado inteiramente a ervas inúteis (...) uma expansão silenciosa, pesarosa (...) uma desolação (...). Nunca vimos um ser humano durante todo o caminho. A Palestina encontra-se vestida em pano de saco e cinzas...”.
Mark Twain, “The Innocents Abroad”, 1867.

A restauração da terra “desolada” e “não desejada” começou na segunda metade do século XIX, com os primeiros pioneiros judeus. O trabalho realizado por estes pioneiros criou novas e melhores condições e oportunidades, o que acabou por atrair outros imigrantes de várias partes do Oriente Médio, tanto árabes quanto outros.

A Declaração Balfour, de 1917, confirmada pela Liga (ou Sociedade) das Nações, comprometeu o governo britânico aos princípios que “o governo de vossa majestade vê com favor o estabelecimento, na Palestina, de um Lar Nacional Judaico, e fará uso de seus melhores recursos para facilitar a materialização deste objeto (...)”. Ficou então determinado o controle britânico sobre toda a região e que a área seria aberta à criação de assentamentos judaicos. Também determinou-se que os direitos de todos os seus habitantes (já residentes na região) seriam preservados e protegidos.

O Mandato Britânico na Palestina originalmente incluía tudo o que é hoje a Jordânia, bem como o que hoje é Israel e os territórios entre eles. No entanto, quando o “protégé” britânico Emir Abdullah foi forçado a abandonar seu domínio hashmaíta na Arábia, os britânicos criaram para ele uma região alternativa para seu reino, localizada ao leste do rio Jordão. Não havia nenhum nome árabe para a região, assim os ingleses a chamaram de “além do Jordão”, ou “Trans-Jordânia”; posteriormente apenas “Jordânia”.

Com esta manobra política, que violava todas as regras estipuladas pela Declaração Balfour e pelo Mandato Britânico, os ingleses retiraram 75% da região destinada a ser o “Lar dos Judeus”, como havia declarado a rainha. Não foi permitido que nenhum judeu habitasse na região da Trans-Jordânia (ou Jordânia). Menos de 25% permaneceu da Palestina original do Mandato Britânico, destinado aos “assentamentos judaicos” prometidos pelos ingleses. Além disso, eles restringiram a imigração judaica na região e impuseram restrições quanto ao local onde os judeus poderiam trabalhar, viver, construir ou plantar. Na verdade, as regiões mais deploráveis da então Palestina britânica foram destinadas aos judeus, como os pântanos da Galiléia e as regiões infestadas de malária como Jafa e Tel-Aviv.

Somente após 1967, Israel finalmente conseguiu habitar em algumas das regiões prometidas pelos britânicos aos judeus. Apesar dos britânicos constantemente declararem como ilegais os assentamentos judaicos durante o Mandato Britânico, foram eles mesmos que agiram contrariamente à lei ao expulsarem os judeus da região já declarada “O Lar Judaico Nacional” pela Liga das Nações e pela rainha da Inglaterra.


História e Significado de "PALESTINA" e "PALESTINOS" - 2ª PARTE
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Por Joseph E. Katz
Tradução e adaptação por MZandona
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MAS ENTÃO, QUEM SÃO OS “PALESTINOS”?

Durante o Mandato Britânico em Israel (1920-1948), os ingleses se referiam a população judaica de Israel como “Palestinos” (termo na verdade criado pelos Romanos no início da era cristã com o intuito de humilhar os judeus – uma vez que “Palestina” significa “local dos Filisteus”, antigos inimigos dos judeus que foram extintos pelos Persas no sec. X a.C). Em 1939, os ingleses decidem proibir toda imigração Judaica para a “Palestina”, algo que era constante desde o século XVIII na região. Esta proibição foi feita no momento em que os Judeus mais precisariam, uma vez que o Nazismo estava fortemente se estabelecendo na Europa e milhões de judeus estavam sendo perseguidos. Milhares que conseguiam escapar dos campos de concentração e tentaram ir para Israel, foram mandados de volta para o inferno, novamente para as câmaras de gás na Europa.

Mas ao mesmo tempo em que os britânicos proíbem a imigração judaica, eles permitem ou ignoram a imigração ilegal de milhares de árabes da Jordânia (chamada de Palestina Oriental), Síria, Egito e de várias partes do norte da África. Em 1939, Winston Churchill declara que “...longe de serem perseguidos, os árabes invadiram a região e se multiplicaram...!” Estatísticas exatas da população da região na época são problemáticas, mas sabe-se que em 1947 o número de árabes ao oeste do Jordão triplicou em comparação a 1900.

O mito atual é que estes árabes há muitos séculos já estavam estabelecidos na Palestina, até que vieram os judeus e os “desalojaram” em 1948. Mas na verdade a imigração recente de árabes para a Palestina foi que “desalojou” os judeus. O aumento massivo da população árabe na região é comprovada pela lei criada pela ONU em 47: “Qualquer árabe que tenha habitado na Palestina por pelo menos dois anos, mas que deixou a região em 1948, é considerado um “refugiado palestino”. Esta é a origem dos famosos “refugiados palestinos”.

As estatísticas sobre a população judaica e árabe na região raramente levam em consideração como surgiram tais proporções. Um dos fatores foi a política inglesa de manter os judeus fora ao mesmo tempo em que traziam os árabes. Outro fator foi a violência utilizada para matar ou expulsar até mesmo judeus que já estavam há muito tempo estabelecidos na região. Por exemplo: A conexão judaica com a cidade de Hebron data dos dias de Abraão, e na verdade, sempre existiu lá uma comunidade judaica desde os dias de Josué, antes mesmo do Rei Davi torná-la capital. Mas em 1929, uma revolta armada de árabes (com o consenso britânico), matou e expulsou quase toda a comunidade judaica de Hebron.

Outro exemplo: Em 1948, a Transjordânia passou a ocupar quase todo o território da Judéia e Samaria (os quais eles chamavam de Cisjordânia) bem como a parte Oriental de Jerusalém e a cidade antiga. O que foi feito com os milhares de judeus que já habitavam na região? Foram assassinados ou expulsos.


DE PALESTINA PARA ISRAEL

O que seria da “Palestina” após o Mandato Britânico? Esta questão foi levantada por vários líderes britânicos e também mundiais, culminando com a decisão da ONU em 1947. Durante as várias deliberações, oficiais, representantes e escritores ÁRABES expressaram suas visões sobre a “Palestina”. Vejam que interessante:

“Não existe um país chamado Palestina. ‘Palestina’ é um termo que os sionistas inventaram (...). Nosso país foi por séculos parte da Síria. ‘Palestina’ é estranha a nós. Foram os sionistas (termo como os árabes se referem aos judeus) que criaram este termo." Líder árabe que discursou na Comissão Britânica, 1937.

“Palestina? Jamais existiu tal coisa na história! Absolutamente não!” Professor Philip Hitti, historiador árabe a serviço do Comitê Anglo-Americano, 1946.

“Todos sabem que a ‘Palestina’ não é nada mais do que o sul da Síria”.Delegado da Arábia Saudita no Conselho de Segurança da ONU, 1956.

“Nunca existiu uma região chamada Palestina, governada por palestinos. Não há uma língua chamada Palestina. Não existe uma cultura Palestina. Palestinos são na verdade árabes, sem distinção de Jordanianos (outra invenção recente), Sírios, Libaneses, Iraquianos, etc. Os árabes controlam 99,9% das terras do Oriente Médio. Israel representa 0,1% da região. Mas isso já é muito para os árabes. Eles querem tudo! Esta é a razão dos conflitos existentes hoje em Israel. Não importa quantas concessões territoriais o governo de Israel fará; nunca será o suficiente.

“Mitos do Oriente Médio”, por Joseph Farah, escritor e jornalista árabe.

Ainda em 1948, os árabes ainda não haviam descoberto sua nação milenar chamada “Falastina” (até hoje eles nem sequer conseguem pronunciar a palavra “Palestina”, trocando o “P” pelo “F”). Quando a ONU lhes ofereceu metade da Palestina ao oeste do Jordão como seu país, eles violentamente rejeitaram a proposta. Logo após a declaração da ONU criando as duas nações na região (uma árabe e uma judaica), seis nações árabes iniciaram uma guerra visando a aniquilação da recém formada nação de Israel. O propósito desta guerra jamais foi estabelecer uma nação independente chamada “Falastina”, mas sim, expulsar e aniquilar os judeus para dividir entre eles a região antes controlada pelos ingleses.

Os líderes destas nações árabes ordenaram que a população árabe da então Palestina emigrasse para as regiões de fronteira e para a costa, uma vez que conduziriam um ataque massivo aos judeus em todos os povoados. Ironicamente, eles demandaram a retirada mas jamais ofereceram seus territórios para receberem tais refugiados. Israel, pressentindo a guerra eminente, organizou uma campanha nacional onde garantiu aos árabes que ficassem no país, cidadania israelense, liberdade de religião e de culto, bem como os mesmos direitos civis e políticos que os judeus teriam. Após o término da Guerra e a vitória de Israel, os árabes que permaneceram se tornaram cidadãos de Israel, e os que abandonaram suas casas esperando a destruição dos judeus foram rejeitados pelos países árabes das fronteiras onde estavam refugiados. Egito, Jordânia, Síria e Líbano fecharam suas portas para seus irmãos árabes, dando início ao que conhecemos hoje como os “Refugiados Palestinos”.

Apesar de ter perdido esta guerra, a Jordânia (então chamada Transjordânia) conseguiu anexar a Cisjordânia e a cidade oriental de Jerusalém, matando ou expulsando os judeus que já habitavam na região (judeus de todas as nações que há milênios cuidavam dos locais judaicos sagrados para o judaísmo). O Egito, por sua vez, ocupou a faixa de Gaza. Estas duas nações árabes ocuparam estas regiões até 1967. Neste ano, elas iniciaram uma outra guerra para aniquilar Israel, e como conseqüência de seu fracasso, perderam as terras que tomaram na Guerra de 1948. Nestes 19 anos que ocuparam estas regiões, Jordânia e Egito nunca planejaram criar um estado “Falestino” para os “palestinos”. Nem mesmo os palestinos tinham esta reivindicação. Aliás, ninguém no mundo jamais sugeriu tal coisa.

Finalmente, em 1964, o “Movimento para Libertação da Palestina” foi criado por Yasser Arafat com o claro objetivo de promover a destruição de Israel. Com este propósito, ele ajudou também nos ataques precipitados a Israel em 1967. O resultado frustrado deste ataque inspirou uma mudança da opinião pública. Como propaganda, era mais prudente falar em “liberação da Palestina” do que em “destruição de Israel”. Grande parte do mundo, governos, a mídia e a opinião pública aceitou sem questionamento ou análise o novo mito árabe de luta para criação da nação chamada “Falastina”. Até os dias de hoje as principais organizações terroristas entre os árabes financiam o terror em Israel. Eles não têm nenhum plano para fundar uma nação Palestina nem nunca terão. Seu intuito é armar até os dentes grupos como o Fatah, Hizbolá e o Hamas para matarem o maior número de judeus possível. Famílias de jovens suicidas, conhecidos como “homens bomba”, recebem gratificações de milhares de dólares de governos e Sheiks árabes, como recompensa pelo “sacrifício” de seus filhos. Eles abertamente financiam e incentivam o terrorismo em Israel e no mundo, mas a mídia mundial finge não saber.

Yasser Arafat (1929 – 2004) – Criador e líder da OLP e do grupo terrorista Fatah. O “maior líder palestino” desviou 2 bilhões de dólares de fundos públicos palestinos para sua conta bancária pessoal.


A SITUAÇÃO NA ÚLTIMA DÉCADA

Desde o início da década de 2000, Israel tem colocado em prática um plano de evacuação dos territórios conquistados em 67, que inclui a faixa de Gaza, a Cisjordânia e as planícies do Golan. Gaza já foi completamente entregue em 2005, e se tornou um centro de treinamento para o Hamas, que aos trancos e barrancos finge administrar a região. A Cisjordânia está sendo evacuada e entregue para os palestinos (lê-se Fatah), e a região afunda economicamente e socialmente de forma proporcional à retirada de Israel. Agora, os terroristas do Hizbolá (financiados pelo Iran) esperam receberem o Golan. Para a mídia mundial os palestinos prometem paz em troca de território, mas para os Israelenses esta promessa nunca foi nem nunca será cumprida. Se o objetivo de todas estas entidades terroristas é abertamente “destruir a Israel”, como alguém pode acreditar que a entrega de terra cessará o conflito?

À medida que a faixa de Gaza e a Cisjordânia eram evacuadas, Israel via o número de atentados suicidas aumentar a cada ano, tendo todos os assassinos provenientes desses territórios. Israel então dá início ao audacioso plano de construir uma barreira nos pontos mais frágeis da fronteira com a Cisjordânia, visando diminuir o número de atentados. O projeto atual é proteger toda a extensão da fronteira, totalizando quase 700 km. Até o final de 2007, 60% da barreira já havia sido construída. Desde o início da construção, em 2003, o número de atentados suicidas nas cidades israelenses diminuiu em 99,5%. “Tivemos que aprender a usar foguetes uma vez que Israel descobriu uma maneira de se proteger de nossos ataques suicidas. Com a construção deste muro, nossos militantes não conseguem mais penetrar em território Israelense para realizarem seus ataques suicidas”, afirmou Ramadan Shalah, líder da Jihad Islamica Palestina em entrevista ao jornal islâmico Al-Sharq.

Os palestinos, que carregam o ódio islâmico contra os judeus e contra Israel, aproveitaram-se durante décadas da falta de segurança nas fronteiras para invadirem e promoverem atos de terrorismo em território Israelense. Centenas de civis inocentes morreram em Israel em ônibus, em restaurantes, lanchonetes, praças, ruas, shopping centers, etc. Nunca houve qualquer comoção por parte da mídia internacional ou da ONU. Agora, após a início da construção do Muro de Segurança, os palestinos posam para a mídia mundial como aprisionados, injustiçados e separados de Israel com um muro que chamam de “Muro do Apartheid”. “Muitos são os danos psicológicos que os palestinos destas regiões têm sofrido, além do efeito na economia, na saúde e no bem estar da população”, afirma o relatório elaborado pela ONU em 2005. Mas onde estão os relatórios sobre os danos psicológicos, econômicos e sociais de Israel frutos de anos de barbárie palestina? É lícito tentar manter seguro suas fronteiras? É lícito proteger o seu povo de organizações que abertamente desejam a sua aniquilação?

Muro de Segurança em Israel – Responsável direto pela redução em 99,5% dos ataques suicidas em Israel

Os EUA há décadas têm construído uma barreira de segurança na fronteira com o México. Até 2008, 580Km já haviam sido construídos. A proposta, já aprovada pelo congresso americano em 2005, é cobrir todos os 3.141km da fronteira com a construção de um muro de concreto armado, cercas elétricas, e policiamento constante. Vejam que os EUA tomaram esta medida emergencial para conter a imigração ilegal de mexicanos e o tráfego de drogas. Os mexicanos não entram nos EUA com o intuito de matarem civis americanos, mas, em sua maioria, com o intuito de trabalharem e ajudarem suas famílias pobres no México. Imaginem se os mesmos estivessem invadindo os EUA para promoverem atentados terroristas? O que fariam os EUA nesta situação? Pois bem, ninguém se atreve a falar contra o muro de separação dos EUA e jamais vemos documentários ou reportagens sobre como os mexicanos se sentem rejeitados e psicologicamente afetados com o “apartheid” americano. Mas Israel, que desesperadamente tenta proteger sua população contra atentados terroristas e que conseguiu provar ao mundo que 99,5% destes atentados foram reduzidos em conseqüência de sua barreira de segurança, é acusado de racista e de estar reconstruindo o “muro de Berlin”.

Desde o término da I Grande Guerra, os árabes do Oriente Médio e do norte da África receberam estados independentes em 99,5% dos territórios por eles requisitados. Lord Balfour (estadista inglês que expressou o apoio britânico à criação de um estado judaico na Palestina) certa vez expressou sua esperança que, uma vez que os árabes receberam tanto, não se incomodariam com o pequeno território prometido aos judeus. Infelizmente, Lord Balfour estava errado.
 
Sempre chamo a atenção das pessoas sobre a manipulação da mídia mundial e nacional (brasileira) em relação às informações sobre Israel e o conflito árabe-israelense. É deplorável a forma como as maiores empresas jornalísticas do mundo deturpam, omitem e alteram fatos com o intuito de prejudicar a imagem de Israel no cenário mundial. Não apenas isto, mas o desejo por detrás das notícias, artigos e comentários é na verdade mostrar Israel como o grande inimigo, a grande “pedra no sapato” do Oriente Médio e do mundo. Todos buscam histórias mirabolantes para provar ao mundo que os Palestinos são os verdadeiros habitantes de Israel e que seu vínculo com a terra data de milênios. Mas, quem são os Palestinos? Qual a sua origem? Como a região denominada “Palestina”, pelos romanos, veio a se tornar a nação judaica da atualidade?-

MZandona

http://diretodeisrael.blogspot.com/

2008/11/21

Crente fica doente?

Creio em milagres. Creio que Deus cura hoje em resposta às orações de seu povo. Durante meu ministério pastoral, tenho orado por pessoas doentes que ficaram boas. Contudo, apesar de todas as orações, pedidos e súplicas que os crentes fazem a Deus quando ficam doentes, é um fato inegável que muitos continuam doentes e eventualmente, chegam a morrer acometidos de doenças e males terminais.

Uma breve consulta feita à Capelania Hospitalar de grandes hospitais de algumas capitais do nosso país revela que há números elevados de evangélicos hospitalizados por todos os tipos de doença que acometem as pessoas em geral. A proporção de evangélicos nos hospitais acompanha a proporção de evangélicos no país. As doenças não fazem distinção religiosa.

Para muitos evangélicos, os crentes só adoecem e não são curados porque lhes falta fé em Deus. Todavia, apesar do ensino popular que a fé nos cura de todas as enfermidades, os hospitais e clínicas especializadas estão cheias de evangélicos de todas as denominações – tradicionais, pentecostais e neopentecostais –, sofrendo dos mais diversos tipos de males. Será que poderemos dizer que todos eles – sem exceção – estão ali porque pecaram contra Deus, ficaram vulneráveis aos demônios e não têm fé suficiente para conseguir a cura?

É nesse ponto que muitos evangélicos que adoeceram, ou que têm parentes e amigos evangélicos que adoeceram, entram numa crise de fé. Muitos, decepcionados com a sua falta de melhora, ou com a morte de outros crentes fiéis, passam a não crer mais em nada e abandonam as suas igrejas e o próprio Evangelho. Outros permanecem, mas marcados pela dúvida e incerteza. Eu gostaria de mostrar nesse post, todavia, que mesmo homens de fé podem ficar doentes, conforme a Bíblia e a História nos ensinam.

1. Há diversos exemplos na Bíblia de homens de fé que adoeceram. Ao lermos a Bíblia como um todo, verificamos que homens de Deus, cheios de fé, ficaram doentes e até morreram dessas enfermidades. Um deles foi o próprio profeta Eliseu. A Bíblia diz que ele padeceu de uma enfermidade que finalmente o levou a morte: “Estando Eliseu padecendo da enfermidade de que havia de morrer” (2Re 13.14). Outro, foi Timóteo. Paulo recomendou-lhe um remédio caseiro por causa de problemas estomacais e enfermidades freqüentes: “Não continues a beber somente água; usa um pouco de vinho, por causa do teu estômago e das tuas freqüentes enfermidades” (1Tm 5.23).

Ao final do seu ministério, Paulo registra a doença de um amigo que ele mesmo não conseguiu curar: “Erasto ficou em Corinto. Quanto a Trófimo, deixei-o doente em Mileto” (2Tm 4.20).
O próprio Paulo padecia do que chamou de “espinho na carne”. Apesar de suas orações e súplicas, Deus não o atendeu, e o apóstolo continuou a padecer desse mal (2Co 12.7-9). Alguns acham que se tratava da mesma enfermidade da qual Paulo padeceu quanto esteve entre os Gálatas: “a minha enfermidade na carne vos foi uma tentação, contudo, não me revelastes desprezo nem desgosto” (Gl 4.14). Alguns acham que era uma doença nos olhos, pois logo em seguida Paulo diz: “dou testemunho de que, se possível fora, teríeis arrancado os próprios olhos para mos dar” (Gl 4.15). Também podemos mencionar Epafrodito, que ficou gravemente doente quando visitou o apóstolo Paulo: “[Epafrodito] estava angustiado porque ouvistes que adoeceu. Com efeito, adoeceu mortalmente; Deus, porém, se compadeceu dele e não somente dele, mas também de mim, para que eu não tivesse tristeza sobre tristeza” (Fp 2.26-27).

Temos ainda o caso de Jó, que mesmo sendo justo, fiel e temente a Deus, foi afligido durante vários meses por uma enfermidade, que a Bíblia descreve como sendo infligida por Satanás com permissão de Deus: “Então, saiu Satanás da presença do Senhor e feriu a Jó de tumores malignos, desde a planta do pé até ao alto da cabeça. Jó, sentado em cinza, tomou um caco para com ele raspar-se” (Jó 2.7-8). O grande servo de Deus, Isaque, sofria da vista quando envelheceu, a ponto de não saber distinguir entre Jacó e Esaú: “Tendo-se envelhecido Isaque e já não podendo ver, porque os olhos se lhe enfraqueciam” (Gn 27.1). Esses e outros exemplos poderiam ser citados para mostrar que homens de Deus, fiéis e santos, foram vitimados por doenças e enfermidades.

2. O mesmo ocorre na História da Igreja. Nem mesmo cristãos de destaque na história da Igreja escaparam das doenças e dos males. João Calvino era um homem acometido com freqüência de várias enfermidades. Mesmo aqueles que passaram a vida toda defendendo a cura pela fé também sofreram com as doenças. Alguns dos mais famosos acabaram morrendo de doenças e enfermidades. Um deles foi Edward Irving, chamado o pai do movimento carismático. Pregador brilhante, Irving acreditava que Deus estava restaurando na terra os dons apostólicos, inclusive o da cura divina. Ainda jovem, contraiu uma doença fatal. Morreu doente, sozinho, frustrado e decepcionado com Deus.

Um outro caso conhecido é o de Adoniran Gordon, um dos principais líderes do movimento de cura pela fé do século passado. Gordon morreu de bronquite, apesar da sua fé e da fé de seus amigos. A. B. Simpson, outro líder do movimento da cura pela fé, morreu de paralisia e arteriosclerose. Mais recentemente, morreu John Wimber, vitimado por um câncer de garganta. Wimber foi o fundador da igreja Vineyard Fellowship (“A Comunhão da Vinha ou Videira”) e do movimento moderno de “sinais e prodígios”. Ele, à semelhança de Gordon e Simpson, acreditava que pela fé em Cristo, o crente jamais ficaria doente. Líderes do movimento de cura pela fé no Brasil também têm ficado doentes. Não poucos deles usam óculos, para corrigir defeitos na vista e até têm defeito físico nas mãos.

O meu ponto aqui é que cristãos verdadeiros, pessoas de fé, eventualmente adoeceram e morreram de enfermidades, conforme a Bíblia e a História claramente demonstram. O significado disso é múltiplo, desde o conceito de que as doenças nem sempre representam falta de fé até o fato de que Deus se reserva o direito soberano de curar quem ele quiser.

Postado por Augustus Nicodemus Lopes em http://tempora-mores.blogspot.com/2008/11/crente-fica-doente.html

Monte em casa a sua própria academia


Como devem ser a parede, o piso e os equipamentos de uma estação de treino particular.

Tem uma hora que cansa mesmo ir à academia. O mesmo espelho, as músicas iguais, a catraca, tudo irrita. Você até gosta de praticar exercícios físicos, sente falta quando não malha(veja se você já alcançou o peso ideal). Mas enjoou o ambiente. Nem pense que está só: existe muita gente no mesmo time e que resolver acabar com o problema. Como? Montando em casa um espaço fitness personalizado. Até porque é preciso pensar em alternativas ao parque ou à ciclovia nos dias mais frios, quentes demais ou chuvosos. (ajuste a dieta ao seu treino e obtenha resultados mais rápido)

Mas, considerando que você já sabe treinar sozinho e tem experiência suficiente para evitar lesões causadas por exageros ou por exercícios mal feitos, é importante prestar atenção numa série de detalhes na hora de montar o espaço. São pormenores que incluem da parede ao piso, passando pelos equipamentos.

Só lembre-se de que, para todo esse esforço ter resultado, uma característica é necessária: disciplina. Afinal, não vai ter mais professor nenhum dar aquele empurrãozinho (muitas vezes indispensável) para vencer a preguiça (veja aqui uma série completa para fazer em casa). Está convencido? Então prepare-se para acompanhar a nossa check-list.

Escolha do local Segundo Fausto Arantes Porto , treinador e pós-graduado em Fisiologia do Exercício, o espaço para o exercícios precisa ser bem arejado e ter uma ótima iluminação, seja natural ou artificial. Como durante o exercício forçamos mais nossa capacidade respiratória, acabamos trocando e absorvendo mais ar, ou seja, treinar num lugar poluído significa infestar o pulmão de ácaros e outras impurezas . (atente para a importância da avaliação física)
Piso esqueça o carpete ou forração de carpete, que podem pegar cheiro (não esqueça que você vai suar bastante ali) e ficar impregnados de ácaros. Prefira os emborrachados que são fáceis de limpar, não deixem que seu pé derrapar e amortecem o impacto do exercício , sugere Fausto.(escolha um bom tênis, saiba como)
Paredes opte por uma cor clara, que não canse a vista. Colocar espelhos e suportes para os equipamentos como pesinhos, caneleiras, TV com DVD para pedalar ou andar na esteira também são cuidados importantes.

Limpeza deve ser feita diariamente, mesmo que você só se exercite três vezes por semana. Também evite faxinar os equipamentos com produtos que deixem cheiro muito forte, o que pode provocar alergias e até intoxicações.

Os equipamentos

O importante é escolher equipamentos de qualidade e, de preferência, contar com um personal para criar as planilhas de exercícios e monitorar o desenvolvimento de quem treina , diz Paulo Castilho, consultor da ACAD (Associação Brasileira de Academias). Faça uma pesquisa antes, procurando saber a garantia, assistência técnica, preço e qualidade de cada marca no mercado de fitness. A mensalidade de um professor particular pode até sair mais barata do que o plano da academia.

E, se você malha, não se acanhe em pedir dicas a algum instrutor. Ele com certeza tem soluções para aqueles probleminhas que aparecem do nada. De toda forma, existem regras simples que podem ajudar nas primeiras compras: se você procura controlar o peso, procure aparelhos de ergometria como bicicletas e esteiras. Para definir os músculos e combater a flacidez, prefira os equipamentos aglomerados, que permitem trabalhar vários grupos musculares , ensina Paulo.

A seguir, ele faz uma lista de acessórios necessários para exercitar os principais grupos musculares e ainda desenvolver o condicionamento físico. Nem é tanta coisa!

Para trabalho aeróbico :

Esteira mecânica: opção mais em conta e até mais segura, pois a cinta pára assim que você cessa o movimento. Exige mais força de quem treina. Preço: cerca de R$ 500

Esteiras elétricas: mais modernas e mais caras, oferecem várias opções de exercícios e muitas vêm com treinos já programados. Preço: entre R$ 800 e R$ 2 mil

Bicicleta ergométrica: aqui o importante é o conforto. Não tenha vergonha de testar o produto antes de comprá-lo, de preferência por cerca de 7 a 10 minutos, tempo suficiente para que qualquer problema de ajuste, altura ou desconforto seja identificado. Há uma grande variação de preços pois existem dezenas de modelos diferentes, desde a tradicional vertical até as inclinadas, com encosto de apoio às especializadas como as de spinning. Preço: entre R$ 300 e R$ 1.500

Step e Stepper os steps aeróbicos, que são plataformas de ginástica e custam cerca de R$ 100, são para exercícios de sobe-e-desce. Já o Stepper é um equipamento que ajuda na ginástica localizada, trabalhando glúteos e pernas, e custa cerca de R$ 500

Remo seco trabalha bastante a capacidade cardiovascular e os músculos das costas, peitorais e braços,além de ajudar a definir o abdome. Preço: cerca de R$ 400

A maior parte dos equipamentos vem com monitores que medem velocidade, calorias queimadas, batimentos cardíacos, tempo e distância.

Trabalho anaeróbico ou localizado (adapte o horário das refeições ao seu treino)
Equipamentos aglomerados aqui entram os equipamentos de musculação em geral e que juntam várias funções, trabalhando os principais grupos musculares. Custam cerca de R$ 1.000cada e costumam ocupar bastante espaço. É importante checar a garantia, qualidade da estrutura e bancos, além das possibilidades de ajustes.

Aparelhos abdominais pranchas, aparelhos em forma de arco e com encosto de cabeça. Dependendo da opção podem ir de R$ 100 a R$ 500. É importante que tenham regulagem para seu tamanho e que não forcem a lombar ou cervical teste antes de comprar!

Banco de supino e barras permite fazer vários exercícios localizados, fortalecendo musculatura dos braços, pernas e peito. É essencial que tenha regulagem de altura. Sai por cerca de R$ 400

Acessórios (veja por que você precisa treinar)
extensores muito versáteis, podem ser utilizados para trabalhar braços, pernas, costas, peitorais e bumbum e saem por cerca de R$ 50

colchonetes entre R$ 15 e R$ 50, depende bastante da espessura. Os de 3mm ou 5mm não são para a prática de yoga, e não de exercícios tradicionais

caneleiras e tornozeleiras cerca de R$ 20

pesinhos importantes para trabalhar os braços e auxiliares no trabalho de pernas e abdômen, custam entre R$ 20 e R$ 100. A variação de preço é devido ao peso, quanto mais pesado mais caro. Opte pelos revestidos em PVC, mais fáceis de limpar e conservar.

Dicas para comprar seus equipamentos

Poder malhar na hora que você quiser, não ter que esperar para usar um aparelho e manter a privacidade durante o treino têm levado muita gente a montar uma academia em casa. Contudo, utilizar aparelhos de ginástica domésticos não é algo recomendado para o usuário iniciante ou inexperiente, pois os riscos de realizar o exercício de forma incorreta, com a quantidade de pesos errada ou número de repetições excessivo ou insuficiente, são muitos. Mas, se este não é o seu caso, confira alguns cuidados na hora da compra e não se esqueça de fazer uma avaliação física regularmente. Ela é sua garantia de que seu corpo mantém-se imune a qualquer lesão mais grave, além de medir os resultados do seu esforço. (além de malhar, comer em casa é ótimo, entenda as razões)
1) Se tiver filhos pequenos, cuidado com os pesos e equipamentos. Certifique-se de que as crianças não terão acesso aos acessórios e aparelhos, escolhendo, por exemplo, um cômodo que possa ficar trancado quando não houver supervisão.

2) Se puder dispor de um quarto para montar o espaço de exercícios, pense em adicionar uma TV com DVD e coloque vídeos motivacionais durante os treinos.

3) Ao comprar aparelhos, prefira os de aço de bitola 11 ou 12, com mais juntas soldadas ao invés de unidas por parafusos e tubulação maior.

4) Cheque sempre o prazo de garantia de cada equipamento a média para as almofadas e estofamentos é de 3 anos.

http://www.minhavida.com.br/materias/esporte/Monte+em+casa+a+sua+propria+academia.mv

Milenar Crise Árabe - Israelense

1. Isaque versus Ismael. Em Abraão e sua esposa, que ainda não era Sara, (cujo significado é simplesmente, Ministra, Princesa), Sarai (“minha Princesa”), envolvendo a concubina Agar, começa a milenar crise “árabe-israelense”: Ismael, filho de Abrão com Agar, Isaque, filho de Sara com Abrão, formam dois povos: Árabes e Judeus, Ismael versus Isaque.

De certo modo, o patriarca Abraão tornou-se a base de três ramos religiosos: árabes, judeus e cristãos. Mesmo na atual Jerusalém, isso fica evidenciado de maneira muito clara no dia-a-dia. Em Abraão, há também promessas de bênçãos para as três correntes religiosas. A citação inicial de bênção encontra-se em Gênesis 12:3 – “Em ti (Abraão) serão benditas todas as famílias da terra”, envolvendo, ainda, bênçãos para as Nações. Na explanação paulina, direcionada ao Cristianismo, o Apóstolo dos Gentios diz: Ora, tendo a Escritura previsto que Deus haveria de justificar pela fé os gentios(goim), anunciou primeiro o Evangelho a Abraão dizendo: Todas as Nações serão benditas em ti. De sorte que os que são da fé são benditos com o crente Abraão”(Gálatas 3:8-9).

Em Abraão, à luz do Livro de Gênesis, a bênção para os povos árabe e judeu está no seu capítulo 17, versos 20 e 21: “E quanto a Ismael(tronco-árabe), também te tenho ouvido: eis aqui o tenho abençoado, e fá-lo-ei frutificar, e fá-lo-ei multiplicar grandissimamente; doze príncipes gerará, e dele farei uma grande nação” (tem-se o petrodólar com os árabes!). E prossegue: “O meu concerto, porém, estabelecerei com Isaque (aliança com Israel), o qual Sara te dará neste tempo determinado, no ano seguinte”.

Ainda segundo o Livro de Gênesis, o primeiro “ conflito árabe-israelense”, ocorreu por ocasião de uma festa de aniversário culminando, brusca e abruptamente, com a expulsão de Ismael e sua mãe, Agar, da casa de Abraão: E cresceu o menino, e foi desmamado; então Abraão fez um grande banquete no dia em que Isaque foi desmamado. E viu Sara que o filho de Agar, a egípcia, que esta tinha dado a Abraão, zombava. E Sara disse a Abraão: Deita fora esta serva e o seu filho; porque o filho desta serva não herdará com meu filho, com Isaque” (Gênesis 21:8-10).

É conveniente lembrar que os árabes mantêm versão diferente sobre esses mesmos fatos e os conflitos são em todas as áreas possíveis! Há o questionamento inicial de que Abraão não foi judeu e, de fato, Abraão veio de Ur dos caldeus ( Gên. 11:28) e o seu pai, Tera, era um idólatra, fabricante de ídolos, mas recebeu uma chamada especial de Deus que mudou todo o curso de sua vida e deu origem a dois povos irmãos que brigam sempre; muitos deles mantêm ódio mortal. Criando um paradoxal abismo de fé, pois a verdadeira fé teria como alvo supremo o amor. O ódio, seja de que lado for, não combina com religião ou fé.

2. O mesmo DNA. Hoje, a genética tem confirmado o mesmo DNA entre árabes e judeus ratificando a veracidade dos relatos do Livro de Gênesis. A propósito, diz Norton Godoy:

“Ninguém estranha quando tem notícia de dois irmãos que vivem às turras. Mas o que dizer de sujeitos que vivem brigando, mas não sabem que são tão irmãos quanto parecem? Ainda mais quando dividem o poder em uma região tão estratégica para o mundo quanto o Oriente Médio. Mas é o que acontece hoje com judeus e árabes. Um ambicioso estudo genético, realizado em conjunto por cientistas dos EUA, de Israel, da Itália, Grã-Bretanha e África do Sul, colheu amostras do DNA de 1.300 homens das duas etnias em 30 países. Estudando o cromossomo Y – aquela herança genética que é passada apenas de pai para filho sem nenhuma modificação –, obteve-se a confirmação científica de que todas as comunidades judaicas espalhadas hoje pelo mundo têm forte parentesco não apenas entre si mas também com palestinos, sírios e libaneses. A pesquisa revela que todos esses povos possuem um ancestral comum: uma população que teria habitado o Oriente Médio há quatro mil anos.

O estudo também mostra que todas essas comunidades judaicas conseguiram manter praticamente intacta sua identidade biológica, mesmo tendo migrado para regiões tão distintas do planeta. Segundo o chefe do Departamento de Estudos Judaicos da Universidade de Nova York, essa pesquisa corrobora os relatos bíblicos segundo os quais uma variedade de famílias do Oriente Médio se originou de um mesmo patriarca”.

Postado por  Agnaldo Leite do Sacramento em http://www.cafetorah.com/Milenar-Crise-Arabe-Israelense