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日志


7 leis dos filhos de Noé

 

Após o Dilúvio e a saida de Nôach (Noé) e sua família da arca, D'us os abençoou e estabeleceu uma aliança assegurando-lhes de que jamais haveria outro dilúvio para destruir a terra. Fez surgir no céu o primeiro arco-íris que selaria para sempre esta aliança.
D-us confiou a Nôach e sua família um Código de Vida; um conjunto de leis sobre as quais uma nova civilização seria construída.
Estas sete leis foram dadas por D'us para toda a humanidade e reafrimadas no Monte Sinai.No âmago deste código moral universal está o reconhecimento de que a moralidade – na verdade, a própria civilização – deve ser baseada na crença em D’us.
A menos que reconheçamos um Poder Mais Alto perante quem somos responsáveis, e que observa e conhece as nossas ações, não transcenderemos o egoísmo de nosso caráter e a subjetividade de nosso intelecto. Se o próprio homem é o árbitro do certo e errado, então o “certo” para ele será aquilo que deseja, independentemente das conseqüências para os outros habitantes da terra.
“As Sete Leis” são uma herança sagrada para todos, um código que toda pessoa na face da terra pode usar como base para sua vida espiritual, moral e pragmática. São intemporais, não restritas a locais geográficos e jamais podem ser alteradas ou modificadas, guiando a humanidade a perceber seu potencial máximo e sua semelhança com o Criador.
Chegará um tempo em que todos estarão preparados para incorporar este caminho. Será então o início de um novo mundo de sabedoria e paz.

1. Reconheça que existe apenas um D’us

Primeira Lei - Creia em D-us - não adore ídolos

O homem, a mais fraca das criaturas, está rodeado por forças de vida e morte muito mais poderosas que ele próprio. Confrontado com a vastidão destas forças universais, o homem poderia tentar "serví-las" para proteger a si mesmo, e melhorar sua propriedade. A essência da vida, entretanto, é reconhecer o Ser Supremo que criou o Universo - acreditar n'Ele e aceitar Suas leis com reverência e amor.
Devemos lembrar que Ele está consciente de nossos atos, premiando a bondade e castigando a maldade. Dependemos d'Ele, e apenas a Ele devemos lealdade. Imaginar que poderia haver outro poder capaz de nos proteger e suprir todas nossas necessidades, é não apenas tolice, mas contradiz o propósito da vida, e, como a história tem mostrado, potencialmente desencadeia forças indizíveis do mal em nós mesmos, e no mundo.

2. Respeite o Criador

Segunda Lei - Respeite a D-us e louve-O - não blasfeme usando Seu nome

Quando nos sentimos desapontados com a vida, quando as coisas não acontecem da maneira que deveriam, é muito fácil apontar um dedo acusador e culpar tudo e todos, até mesmo D-us. Lealdade e confiança são cruciais na vida.

Culpar D-us, praguejar, ou amaldiçoar outros em Seu nome, é um ato de deslealdade - derruba a base de toda ordem e estabilidade na qual uma sociedade justa deve se apoiar.

3. Respeite a vida humana

Terceira Lei - Respeite a vida humana - não mate

O registro da desumanidade do homem com seu semelhante começa com a história de Cain e Hevel (Caim e Abel). O homem é de fato o guardião de seu irmão. A proibição contra o assassinato, incluindo o aborto, chega para proteger o homem da tendência bestial que habita dentro dele.

O homem, o atacante, renega a santidade da vida humana, e por fim ataca D-us, que nos criou à Sua imagem e semelhança.

4. Respeite a instituição do casamento

Quarta Lei - Respeite a família - não cometa atos sexuais imorais

A Bíblia declara: "Não é bom para o homem estar sozinho," então D-us criou uma companheira para Adam, e em matrimônio, "Ele os abençoou." Numa família completa, a criatividade do homem encontra significativa expressão. Famílias são a pedra fundamental de comunidades, nações e sociedades sadias.

Nações que toleraram a imoralidade - adultério, homossexualidade, sodomia, incesto - jamais tiveram uma longa duração. Imoralidade sexual é o sinal de decadência interior que gera uma sociedade desumana, trazendo o caos ao plano de vida traçado por D-us.

5. Respeite os direitos e a propriedade alheia

Quinta Lei - Respeite os direitos e a propriedade dos outros - não furte

Como nosso sustento vem de D-us, devemos procurar ganhá-lo honestamente, com dignidade, e não através de meios falsos. Violar a propriedade do próximo, através do roubo ou falsidades, constitui um ataque fundamental à dignidade de outrem.

Isto gera a anarquia, lançando o homem às profundezas do egoísmo e da crueldade. Foi por este pecado, acima de tudo, que o Dilúvio foi trazido a este mundo.

6. Respeite todas as criaturas

Sexta Lei - Estabeleça tribunais para a manutenção da justiça

Um sistema legal robusto e saudável, que administre igualmente a justiça, cria uma sociedade merecedora das bênçãos de D-us. Estabelecer um sistema de juizes, cortes e oficiais para manter e cumprir a lei é uma grande responsabilidade.

Este preceito traduz os ideais de nossa vida pessoal até uma ordem formal para a sociedade como um todo. É a sua extensão e garantia de todas as leis precedentes.

7. Estabeleça tribunais de justiça

Sétima lei - Respeite todas as criaturas - não coma a carne de um animal enquanto ainda está vivo

D-us concedeu ao homem "domínio sobre os peixes do mar, as aves dos céus, sobre o gado, e sobre tudo o que há na terra". Somos os guardiões da criação de D-us. Em última análise, nossa responsabilidade estende-se além de nossa família, mesmo além da sociedade, para incluir o mundo da natureza.
Ingerir carne, a ponto de o animal ainda estar vivo, é cruel, bárbaro e demonstra uma insensibilidade profunda a dor.

Fonte: http://www.chabad.org.br/tora/7leis/index.htm

13 princípios da fé de Maimônides

 

Moshê Maimônides (1135-1204) é reconhecido como o mais famoso dos comentaristas judeus. Escritor aclamado, estimado filósofo, médico de renome e mestre talmúdico - este é seu legado. Sua obra magna, Mishnê Torá, é considerada até hoje como a mais conceituada e completa codificação da lei judaica, na qual explica nos fundamentos da crença judaica que a Torá é verdadeira.

Se uma pessoa negar qualquer preceito ou conceito da Torá é como se ele estivesse negando a Torá inteira, pois a Torá é uma unidade, uma só essência. Se uma pessoa desconhece algum princípio da Torá, ele é simplesmente considerado ignorante. Mas se alguém é ignorante em um dos Treze Princípios de Fé de Maimônides, então ele deixou de conhecer o que é judaísmo.

Ao formular os Treze Princípios de Fé, Maimônides percorreu a literatura judaica sagrada, estabelecendo os principais pontos de afirmação e crença no D-us único e em Sua revelação a Moshê, o líder de nosso povo.

 

Fonte: http://www.chabad.org.br/tora/13principios.htm

2008/7/15

Nunca é tarde demais...

"Nunca é tarde demais para sermos aquilo que deveríamos ter sido!” Pensamento da Semana em http://www.glorinhacohen.com.br/SubItemMenu.asp?idMateria=2161

2008/7/13

Para que o mundo jamais se esqueça do holocausto...

 

Citação

YouTube - Para que o mundo jamais se esqueça do holocausto...
  

2008/7/9

A Torah

Santidade na Torah

Mensagempor judabenhaim em 23 Nov 2004 15:50

Fonte: http://yeshuachai.org/forum/viewtopic.php?p=16897#p16897

 
Bençãos em Yeshua, Messias, de Quem somos e Quem servimos!

SANTIDADE – O CONCEITO BÁSICO DA TORAH

A Torah – ou Pentateuco - é um conjunto de cinco livros que incluem doutrina e prática, religião e conceitos morais. A palavra “Torah” deriva da raiz “horaá” – ensino, e seria O ensino, com O maiúscula.

A Torah é a conseqüência da Aliança Divina com o Povo de Israel, no Monte Sinaí – e traz duas mensagens paralelas – a mensagem nacional, para o mesmo Povo de Israel e a mensagem Universal, que, através do povo judeu, deveria ser levada à humanidade.

Os Dez Mandamentos possuem uma mensagem universal, uma definição básica de missão do povo de Israel como Sacerdócio Universal, e os demais mandamentos e leis deveriam preparar Israel para a Santidade que deveriam seguir como nação chamada a ser “santificada a D..s”.

O significado dessa Santidade, “kedushá” está explicito numa qualidade ambivalente – por um lado, “se afastar de, se separar de “ – ou seja, negar determinado elemento e, por outro lado, “se dedicar a, praticar tal coisa” no sentido positivo.

Aplicando esse conceito ao Povo de Israel, seria por um lado se afastar de todo o que está em contra da Vontade Divina e por outro se dedicar ao Seu serviço.

A Santidade deveria ser aplicada tanto no terreno da religião como nos valores morais. Na religião, negar todo tipo de idolatria, com as práticas pagãs comuns daquela época, como prostituição em templos, sacrifícios humanos, feitiçaria, etc. – e , positivamente, a adoção de um culto e um ritual que fossem mais elevados e mais nobres.

Nos valores morais, deveria se resistir a impulsos egoístas, aos instintos mais baixos e se colocar, positivamente, sob um conceito ético que considerava servir aos outros e valorizar o ser humano como conceito central do sistema.

Foi para levar a esse conceito de Santidade que a Torah foi dada a Israel – colocando perante o povo dois conjuntos de Leis – um religioso e outro moral.

Cada conjunto é por sua vez dividido em duas partes, confirmando a dualidade, positiva e negativa, da Santidade. Sendo essa Santidade o elemento comum, a diferença entre Leis religiosas e Leis morais desaparece, ficando correlacionadas e combinadas num único ensino, que é a educação para a Santidade que a Torah apresenta ao Povo de Israel.

A estreita conexão entre os dois conjuntos de Leis, religioso e moral, não é uma coisa acidental, mas sim derivada dos conceitos morais das leis religiosas. O que não é claramente Lei moral, está ajudando a alguma dessas leis, complementando ou educando para a mesma, mesmo se às vezes essa conexão não está clara ou definida.

Este é o caso tanto para os preceitos negativos como para os preceitos positivos, porque ambos os conjuntos de Leis possuem um elemento comum – a Santidade, .Enquanto os preceitos positivos foram criados para incentivar o desenvolvimento de virtudes e de tudo o que possa servir para promover as qualidades que levam a formar um ser humano com princípios religiosos e éticos, os negativos foram criados para combater vícios e toda espécie de maus instintos (“Yetzer Há Rá”) que impeçam ao ser humano dirigir – se a um caminho de Santidade.

Desse jeito, as leis religiosas estavam carregadas com um conteúdo moral que se destinava a modificar ou encaminhar cada indivíduo, e, através dele, a sociedade da qual ele forma parte. Assim, o não cumprimento de uma lei religiosa não se trata apenas de uma coisa individual, pessoal – se uma pessoa é moralmente fraca, sem nenhum poder de resistir o mal, o dano não é apenas causado a ele mesmo, mas à sociedade toda. Ou seja, o cumprir ou não cumprir uma lei religiosa não é um caso de um indivíduo – ao refletir a sua posição moral, ela está refletida na sua conduta em geral, e passa a ser um ato social.

O aspeto educativo das leis positivas era reforçado através de um sistema de símbolos, tecnicamente denominados “signos” ( “siman”) ou “recordatorios”
(“tizkorot”) – para conscientizar através da simbología do culto. Assim eram as ordenanças dos “tefilim” – phylacterias, nome grego erroneamente aplicado já que significa “amuletos”, coisa que nunca foram. ( Ex. 13,9) e do “tzitzith”,
“para que lembres os meus Mandamentos e sejas Santo para D..s” – (Num. 15, 40).

Também nas leis negativas da religião encontramos aspetos e objetivos educativos – por exemplo, a proibição de comer certos tipos de animais, como “impuros”. Não se trata de uma lei que possa ser confundida com as adotadas por países vizinhos, onde certos animais eram deuses, mas sim de educar num auto controle que era importante como um dos primeiros passos para conduzir a um caminho de Santidade. Essa conexão com a definição de Santidade está explicitamente nas Escrituras ( Lev. 11,45).

Mesmo o sistema de sacrifícios, instaurado ainda nos princípios da jornada pelo deserto de Sinai, possuía um conteúdo moral importante. Seja qual fosse a origem do sacrifício, à diferença dos sacrifícios das religiões daquela época e região, nunca foram vistos na Torah como sacramentos que identificavam o adorador com a Divindade. As oferendas de holocausto eram vistas como um elemento especial de treinamento moral, que devia ser transmitido pela Santidade que envolvia o sacrifício. A palavra Sacrifício em hebraico é “korban”, da raiz “lehitkarev” – chegar perto, aproximar-se. Tudo o que fosse relativo aos sacrifícios estava impregnado de Santidade – os sacerdotes, os levitas, os elementos do Tabernáculo ou do Templo, o sacrifício mesmo. Porém não se tratava de Santidade dos elementos mesmos, mas simbolicamente representando a Santidade à qual se devia chegar na vida pessoal e na sociedade.

Este é um dos pontos mais importantes para poder entender o papel simbólico do Tabernáculo na futura vinda de Yeshua.

O testemunho constante do conteúdo moral desse culto estava no fato de que a Arca da Aliança guardava no seu interior as Tábuas da Lei, dentro do Santo dos Santos. Devia ficar claro quais eram os fundamentos morais dos rituais que o povo devia observar.

Dentro desses conceitos morais, os sacrifícios pelos pecados instituídos na Torah possuíam dois elementos que os transformavam em únicos:
Primeiro – os sacrifícios eram ordenados exclusivamente para faltas cometidas
contra o ritual ou contra a religião, não contra a sociedade,e,
Segundo, não havia expiação possível por pecados cometidos consciente e voluntariamente, apenas por ofensas cometidas por error, ou seja, involuntariamente.
Esses dois elementos, que não tinham paralelo em civilizações próximas, afetam todo o conceito dos sacrifícios na Torah.

O sacrifico não era realizado para satisfazer os desejos de D..s, mas sim as necessidades do homem,

Eles não foram concebidos como presentes a uma deidade ofendida, para acalmar a ira de um deus, ou como compensação de alguma coisa errada feita a outro homem.

O objetivo era a Santidade do homem, já que incluía um conceito de renovação e aperfeiçoamento moral e religioso.

Eles foram designados em todas as suas partes para aumentar na mente daquele que acredita em Adonai o conceito de temor à ofensa religiosa, porque aumenta a separação do homem de D..s, e dos outros homens, da sociedade inteira.

Santidade é também o ponto central das Festas Bíblicas, começando em especial com o Dia Santificado, o Shabbat. Na Babilônia existia um dia de descanso, chamado “Shappatu” – mas era considerado um dia de perigo, um dia nefasto – enquanto a qualidade de Santidade do Sábado o transforma num dia de renascimento moral e espiritual, “abençoado pelo Senhor (Ex. 20, 11).

Também são Santificados os Três Festivais – a Semana dos Pães ázimos, Shavuot ( Pentecostés) e Sucot (Tabernáculos). Sendo festivais agrícolas, basicamente, o Senhor os diferencia dos rituais agrícolas dos cananeus, marcados por cultos de prostituição nos templos e orgias, colocando claramente a definição de “Santa Convocação”.

O Dia das Trombetas – que passa a ser o Ano Novos secular, próximo ao Dia do Perdão – é também declarado “Santa Convocação”, para separar essa data dos rituais cananeus .

Santidade é parte inseparável das raízes das leis morais. Em Lev..19, vemos como o conceito “deverás ser Santo” é parte da introdução deste grupo de Leis.

Os princípios fundamentais da Lei Moral são – como base da Santidade – aqueles que formam a base da cooperação creativa do homem com D..s, ou seja: Justiça e Retitude.

Na vida diária, Justiça significava o reconhecimento de princípios considerados básicos: direito à vida, direito da propriedade, direito ao trabalho, direito a uma vestimenta digna, direito a um refúgio ( habitação) digno, e finalmente, os direitos inalienáveis das pessoas: descanso, liberdade – aliados às proibições de odiar, vingança e rancor.

A Retitude deve se manifestar na acepção de certos deveres e normas, como a preocupação pelos pobres, fracos e indefesos – seja amigo ou inimigo.

Também inclui o conceito da propriedade de bens terrenos – que devia ser aceita como uma dádiva temporal do Senhor, e não um direito natural.

Algumas leis eram, para aquela época, simplesmente revolucionárias – emprestar dinheiro a um vizinho em dificuldades sem cobrar juros, restituir a terra àquele que foi obrigado a vender sua propriedade devido à pobreza ( lei do Jubileu), as dificuldades do vizinho não poderiam ser aproveitadas para benefício próprio.

Ou seja, a economia na Torah levava a um conceito básico : servir o teu próximo, e através dele a comunidade inteira. A expressão máxima do Judaísmo era então considerada como a lei de amor fraternal expressa em Lev. 19:18 – “amarás ao teu próximo como a ti mesmo” – ampliada no versículo 34 para incluir o estrangeiro que está na tua terra.

A Retitude tinha também a sua expressão no tratamento dos animais. Um boi caído à beira da estrada deveria ser levantado com a mesma solicitude e o mesmo cuidado que seria dado a um ser humano ( Deut. 22:4). Uma série de leis regulavam o uso dos animais e como deviam trabalhar, inclusive o dia do descanso do Shabbat;

Com a concepção básica de Justiça e Retitude como princípios das leis que deveriam regular as relações entre os seres humanos – surgiram então uma série de leis civis e jurídicas para transformar essas leis morais em leis práticas.

O conceito de um código civil existia já na época de Hammurabi e mesmo entre os hititas – porém a diferença da Lei Divina está no conceito que a lei não deveria defender os direitos de propriedade, como era nesses códigos, mas sim o direito da pessoa como objetivo principal.

A Lei Divina expressa na Torah limita rigidamente o poder nas mãos das pessoas. O trabalhador não podia ser explorado, nem o seu pagamento atrasar ( Lev. 19:13), a pessoa que devia dinheiro não podia ser ofendida pelo imposição do credor que quisesse entrar na sua casa para tomar bens ( (Deut. 24:10-11) – e menos ainda ser tratado com violência.

Mesmo os escravos tinham direitos, e se um deles fosse ferido pelo dono ganhava a liberdade (Ex.21:26-27), inclusive estava proibido devolve-lo ao dono – o que era, no código de Hammurabi, por exemplo, um crime punível com a morte.

Os exageros legais que noutros códigos da época eram lugar comum – como condenar à morte por roubo, sacrificar o filho pelos crimes do pai – não existem na Torah, elevada muito por cima de códigos feitos por mortais.

As leis civis da Torah surgem desde um inicio com um elemento de igualdade social, sendo pobres e ricos, nobres e plebeus, nativos e estrangeiros , iguais perante as Leis do Senhor, e os seus direitos inseparáveis da figura humana.

O conceito de Santidade devia ser complementado por condutas morais a nível pessoal e familiar – abstenção de relações incestuosas, sodomia e relações com animais, controle de desejos e de luxuria ( “não vos deixeis levar pelos vossos olhos”), e pratica da castidade em pensamento, em palavra e em ações.

O comando de Santidade está claramente definido em Lev.19:2 – “ e sereis santos, porque Eu, Adonai, vosso D..s, sou Santo”. Ou seja, a Santidade Divina é o contexto dentro do qual devemos tentar formar e construir a Santidade humana.

Em D..s, a Santidade está claramente definida e apresentada – Ele está separado, como Entidade Divina, de elementos naturais ou constituição física, sendo então omnipresente e independente de todo. A Sua atividade e Seus atos estão sempre de acordo como seu caráter moral.

Em Êxodo 34:6,7 – temos uma lista bem definida dos atributos morais de Adonai, os Treze Atributos, que constituem, basicamente, a Santidade de D..s
Nenhum deles trata especificamente da Essência Divina – mas sim da relação entre D..s e os seres humanos.

Aqui podemos falar também de Justiça e Retidão. Encontramos a Justiça no fato de D..s ser intolerante com o mal e no seu castigo pelos pecados.

A Torah coloca então diante dos seres humanos um sistema de castigos que varia de acordo com a gravidade da ofensa e – o que é muito importante – com a intenção que foi cometida essa ofensa, sendo premeditada ou não, proposital ou acidental, sendo este elemento um dos pilares básicos da maioria dos códigos civis de hoje, no mundo civilizado.

Essa mesma Justiça promete recompensas, basicamente temporais e nacionais, com a obediência da Lei – distribuídas de acordo com os atos realizados pelo individual ou pela nação, assumindo muitas vezes o coletivo a culpa dos atos do indivíduo, o que mais uma vez mostra o principio básico da responsabilidade coletiva.

A Torah não fala de castigos e recompensas depois da morte – associados naquela época com o culto aos mortos, idolatria claramente rejeitada na Palavra de D..s

A Retitude Divina está expressada no conceito de Misericórdia ( “Rahamim, Hessed”) – abundância de Amor, e aplicando esse elemento de Misericórdia ao julgar o pecador, incluindo muitas vezes o conceito de esperar por um arrependimento sincero antes de punir os culpáveis.

O Amor Divino é apresentado como um exemplo que deve ser seguido pelo amor humano, e através do povo judeu, amor pela humanidade. Em Deut.10:18,19 o mandamento é amar o estrangeiro, e ali encontramos o caráter Universal de D..s

Há Shem escolheu Israel para transmitir esse Amor à humanidade inteira – não como raça ou povo superior, mas sim como portador e revelador desse Amor.

A Justiça Divina é o elemento que coloca temor no coração do homem, porém o Seu Amor é o fator que permite que Ele demande o amor humano.

Porém esse amor do ser humano por D..s não existe no conceito pagão da palavra. Em todo momento, o amor a D..s deve ser transformado em atos, cumprindo a palavra da Lei, através de uma vida realmente encaminhada e guiada por essa Lei.

Esse conjunto de atributos que formam a Torah a transformam num código único no mundo. Muitas crenças e muitas religiões possuem também valores e motivação morais – porém nenhuma tem, explicitamente, um sistema para treinar e educar num código de vida em santidade.

A Torah chega aos problemas da conduta humana através dos ditados do coração. Enquanto fala com a mente, comunicando uma série de fatores relativos ao comportamento do ser humano, a Torah tenta combater as perversidades e desvios do coração, os vícios e disposição à maldade, que são obstáculos à obediência – e, ao mesmo tempo , procurar os ideais positivos que levam a realizar a Palavra da Lei.

No seu conteúdo, a Torah inclui todos os aspetos da vida, todas as atividades, as coisas comuns e quotidianas, os interesses humanos – tudo forma parte do que tem que ser ensinado e aprendido, dentro de um contexto que é, na prática, o sistema de ensino que mais demanda do homem, um sistema que exige educar não só nos atos de rotina, mas também no interior de cada um.

A Torah nos traz os meios para reforçar a supremacia do desejo e intenção do Ser Supremo, na sua Divindade, em formar o nosso coração – incluindo todos os detalhes da vida, individual e da comunidade, numa relação de serviço a D..s

Israel estava destinada pelo Senhor para ficar separada dos contatos que poderiam contaminar essa nação, evitando os relacionamentos com os povos vizinhos, suas culturas e especialmente seus cultos idólatras.

Porém o destino de Israel como povo de sacerdotes era uma missão que eles deveriam levar para toda a humanidade. Essa missão deveria ser levada a cabo por homens que tinham passado séculos de dominação e cativeiro, que saíram de uma civilização que tinha na sua cúspide os mais tremendos vícios e na sua base a opressão de seres humanos mais degradante.

Ser Luz para as Nações era uma mensagem que deveria ser carregada não para alguns poucos escolhidos, ou super santos, ou visionários – era uma tocha que deveria ser levada a ao mundo inteiro, às massas mais afastadas, aos homens comuns de todas as nações...

Israel tinha que estar separada do mundo – mas formando parte desse mesmo mundo. Tinha de se manter diferente, e ao mesmo tempo dedicar todo o seu esforço para todas as nações tentando elevar a vida humana a níveis mais elevados na sua existência.

Não seria – nem é hoje – uma tarefa fácil. Porém essa obrigação está colocada sobre os ombros desse pequeno povo porque Adonai os escolheu para servi-lo em Santidade, e porque a mesma existência desse povo só tem um significado
no serviço à humanidade para o qual foram chamados.

Este era e é ainda hoje o significado da Aliança entre o Povo de Israel e o Senhor, no Monte Sinaí – e foi assim que esse povo começou o seu caminho para se transformar numa nação, com o privilégio, único na historia, de ter um código de Leis, especial e diferente, ainda antes do nascimento dessa nação.

Baruch Há Shem!

juda ben haim, moreh

judabenhaim
2008/7/8

"...uma obra...". Nem duas, nem três. Inacreditável! O Projeto de D'us.


Shema Israel Adonai Elohenu Adonai echad!

"E Jesus (Yeshua) respondeu-lhe: O primeiro de todos os mandamentos é: Ouve, Israel, o SENHOR nosso Deus é o único Senhor." (Mc. 12: 29)

O Eterno (YHVH, D'us) é Um. Yeshua (Jesus), Senhor Salvador. Ruach HaKodesh (Espírito Santo), Consolador.

"Se me amais, guardai os meus mandamentos." (João 14 : 15)


Obra do Espírito, obra do fim!

"...realizarei em vossos dias uma obra que vós não crereis, quando for contada."

Essa obra profetizada por Habacuque está sendo realizada em nossos dias, em pleno Século XXI.

"Vede entre os gentios e olhai, e maravilhai-vos, e admirai-vos; porque realizarei em vossos dias uma obra que vós não crereis, quando for contada." (Habacuque 1 : 5).


Na Nova Aliança a vontade do Senhor é conhecida e a sua Obra realizada pelo Seu Espírito derramado sobre toda a carne

"31 Eis que dias vêm, diz o SENHOR, em que farei uma aliança nova com a casa de Israel e com a casa de Judá.
32 Não conforme a aliança que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito; porque eles invalidaram a minha aliança apesar de eu os haver desposado, diz o SENHOR.
33 Mas esta é a aliança que farei com a casa de Israel depois daqueles dias, diz o SENHOR: Porei a minha lei no seu interior, e a escreverei no seu coração; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo." (Jeremias 31: 31 a 33, Hebreus 8: 8 a 13)

"E há de ser que, depois derramarei o meu Espírito sobre toda a carne, e vossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos velhos terão sonhos, os vossos jovens terão visões." (Joel 2 : 28).

"Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade." (João 4 : 24) "Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem." (João 4 : 23)


O derramar do Espírito

"E todos foram cheios do Espírito Santo..." (Atos 2 : 4).

"Mas isto é o que foi dito pelo profeta Joel: e nos últimos dias acontecerá, diz Deus, que do meu Espírito derramarei sobre toda a carne; e os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, os vossos jovens terão visões, e os vossos velhos terão sonhos; e também do meu Espírito derramarei sobre os meus servos e as minhas servas naqueles dias, e profetizarão; e farei aparecer prodígios em cima, no céu; e sinais em baixo na terra, sangue, fogo e vapor de fumo." (Atos 2 : 16 a 18).

A profecia de Joel 2:28 é também para os nossos dias

"E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre; o Espírito de verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece; mas vós o conheceis, porque habita convosco, e estará em vós. (Jo. 14 : 16, 17). Mas a promessa é para todos, todos os que estão longe, a tantos quantos nosso Senhor chamar.

"E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo; porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos, e a todos os que estão longe, a tantos quantos Deus nosso Senhor chamar." (Atos 2 : 38, 39).

"E estes sinais seguirão aos que crerem:

Em meu nome expulsarão os demônios; falarão novas línguas; pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e porão as mãos sobre os enfermos, e os curarão. Ora, o Senhor, depois de lhes ter falado, foi recebido no céu, e assentou-se à direita de Deus. E eles, tendo partido, pregaram por todas as partes, cooperando com eles o Senhor, e confirmando a palavra com os sinais que se seguiram. Amém." (Marcos 16 : 17 a 20).

Salvação, Comunhão e Milagres são operações do Espírito Santo e, portanto, frutos de uma Igreja cheia do Espírito Santo

"Todavia digo-vos a verdade, que vos convém que eu vá; porque, se eu não for, o Consolador não virá a vós; mas, quando eu for, vo-lo enviarei. 8 E, quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, e da justiça e do juízo." (Jo. 16) 38

"...e recebereis o dom do Espírito Santo;

39 Porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos, e a todos os que estão longe, a tantos quantos Deus nosso Senhor chamar.

40 E com muitas outras palavras isto testificava, e os exortava, dizendo: Salvai-vos desta geração perversa.

41 De sorte que foram batizados os que de bom grado receberam a sua palavra; e naquele dia agregaram-se quase três mil almas,

42 E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações.

43 E em toda a alma havia temor, e muitas maravilhas e sinais se faziam pelos apóstolos.

44 E todos os que criam estavam juntos, e tinham tudo em comum.

45 E vendiam suas propriedades e bens, e repartiam com todos, segundo cada um havia de mister.

46 E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração,

47 Louvando a Deus, e caindo na graça de todo o povo. E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar." (At. 2)

Frutos de uma vida cheia do Espírito Santo

"22 Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. 23 Contra estas coisas não há lei. 24 E os que são de Cristo crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências. 25 Se vivemos em Espírito, andemos também em Espírito." (Gál. 5)


O Preparo da Igreja para a Volta de Jesus (Yeshua)

O Senhor Jesus voltará para encontrar-se com uma Igreja que vive como um Corpo, guiada pelo Cabeça, o Senhor Jesus Cristo, por meio do Espírito Santo - A IGREJA FIEL.

GOVERNO E UNIDADE DA IGREJA:

Jesus, Cabeça da Igreja (Ef. 5:23); Igreja, Corpo de Cristo (I Cor 12:27, Ef. 1:22, 23); 9 Dons Espirituais (I Cor. 12:8-11) e 5 Ministérios (Ef. 4:11); A Unidade do Corpo (Ef. 4:4; Jo. 17:11).

Jesus, Cabeça da Igreja

O Senhor Jesus é o Cabeça da Igreja (Ef. 5:23), que é o Seu Corpo. Esta doutrina precisa tornar-se uma realidade. Não é uma doutrina para ser apenas crida; deve também ser vivida pela Igreja. Para que isso possa ocorrer é preciso que a Igreja se disponha a ouvir o Senhor falar, não apenas quando o Senhor toma a iniciativa de dar uma orientação. A Igreja precisa também tomar a iniciativa de buscar o conselho do Senhor, pedir suas orientações, consultando o Senhor em tudo o que for importante para a realização da Obra de Deus. Saiba mais: Jesus, Cabeça da Igreja

Igreja, Corpo de Cristo

O Corpo de Cristo é outra doutrina fundamental para o despertamento espiritual da Igreja. A Igreja é, segundo a revelação dada ao apóstolo Paulo (I Cor 12:27, Ef. 1:22, 23), o Corpo de Cristo. Para que isso seja uma realidade plena e, sobretudo, prática, a Igreja necessita de estar ligada à Cabeça, o Senhor Jesus. Jesus precisa não apenas ser reconhecido como possuindo o título de Cabeça, mas, na prática, precisa ter condições de governar Sua Igreja. A Igreja, para isso, precisa estar pronta para receber Seus comandos (revelados por meio dos dons espirituais) e obedecê-los. “Crer e observar tudo quanto Ele ordenar”, como dizia um antigo hino. Saiba mais: Igreja, Corpo de Cristo

9 Dons Espirituais e 5 Ministérios

Em sua eterna sabedoria e graça, Deus decidiu conceder à Igreja todos os instrumentos espirituais necessários à Sua edificação: os 9 dons espirituais (I Cor. 12:8-11) – palavra de sabedoria, palavra de conhecimento, fé, dons de curar, operações de milagres, profecia, discernimento de espíritos, variedade de línguas e interpretação de línguas - e os 5 ministérios (Ef. 4:11)- apóstolo, profeta, evangelista, pastor e mestre. Saiba mais: 9 Dons Espirituais e 5 Ministérios

A Unidade do Corpo A Palavra de Deus mostra que os membros do Corpo de Cristo devem estar unidos entre si, pois “há somente um Corpo e um Espírito” (Ef. 4:4). Em sua oração sacerdotal o Senhor Jesus intercedeu junto ao Pai para que seus discípulos fossem um assim como Ele e o Pai são um (Jo. 17:11). Em João capítulo 10, versículo 16, o Senhor Jesus mostra como chegaria um tempo em que haveria um só rebanho e um pastor. Saiba mais: A Unidade do Corpo

Mais que palavras às 10, 14, 18 e 22. Música, notícia e Palavra Revelada.

"...de graça recebestes, de graça dai..."

"Mas ide antes às ovelhas perdidas da casa de Israel;

E, indo, pregai, dizendo: É chegado o reino dos céus. Curai os enfermos, limpai os leprosos, ressuscitai os mortos, expulsai os demônios; de graça recebestes, de graça dai." (Mt. 10 : 6 a 8).


X Escrituras - Poder

X Poder - Escrituras

Escrituras + Poder (Mt. 22.29). Jesus, porém, respondendo, disse-lhes: Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus. (Mateus 22.29).


D'us não dá sua glória a homem e a organização humana

A Obra de D'us (Obra do Espírito Santo) é perfeita e seu Projeto de Eternidade para a humanidade é imutável! D'us não dá a sua glória a homem algum, a nenhuma organização humana que por natureza é falha. (Ap. 4 : 11; 5 : 13). "Tenha, porém, a paciência a sua obra perfeita, para que sejais perfeitos e completos, sem faltar em coisa alguma." (Tg. 1 : 4).


Maran athá (Senhor vem)

"Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente cedo venho. Amém; vem, Senhor Jesus. " (Ap. 22: 20). "Graça, misericórdia e paz, da parte de Deus Pai e da do Senhor Jesus Cristo, o Filho do Pai, seja convosco na verdade e amor." (II João 1 : 3).