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8/18/2008

Médico francês reconstitui a agonia de Jesus

Dr. Barbet, médico francês
colaboração: Pastor Celso Augusto Saraiva

 Sou um cirurgião, e dou aulas há algum tempo. Por treze anos vivi em companhia de cadáveres e durante a minha carreira estudei anatomia a fundo. Posso portanto escrever sem presunção a respeito de morte como aquela.

'Jesus entrou em agonia no Getsemani e seu suor tornou-se como gotas de sangue a escorrer pela terra'. O único evangelista que relata o fato é um médico, Lucas. E o faz com a precisão de um clínico. O suar sangue, ou "hematidrose", é um fenômeno raríssimo. É produzido em condições excepcionais: para provocá-lo é necessário uma fraqueza física, acompanhada de um abatimento moral violento causado por uma profunda emoção, por um grande medo. O terror, o susto, a angústia terrível de sentir-se carregando todos os pecados dos homens devem ter esmagado Jesus. Tal tensão extrema produz o rompimento das finíssimas veias capilares que estão sob as glândulas sudoríparas, o sangue se mistura ao suor e se concentra sobre a pele, e então escorre por todo o corpo até a terra.

Conhecemos a farsa do processo preparado pelo Sinédrio hebraico, o envio de Jesus a Pilatos e o desempate entre o procurador romano e Herodes. Pilatos cede, e então ordena a flagelação de Jesus. Os soldados despojam Jesus e o prendem pelo pulso a uma coluna do pátio. A flagelação se efetua com tiras de couro múltiplas sobre as quais são fixadas bolinhas de chumbo e de pequenos ossos.

Os carrascos devem ter sido dois, um de cada lado, e de diferente estatura. Golpeiam com chibatadas a pele, já alterada por milhões de microscópicas hemorragias do suor de sangue. A pele se dilacera e se rompe; o sangue espirra. A cada golpe Jesus reage em um sobressalto de dor. As forças se esvaem; um suor frio lhe impregna a fronte, a cabeça gira em uma vertigem de náusea, calafrios lhe correm ao longo das costas. Se não estivesse preso no alto pelos pulsos, cairia em uma poça de sangue.

Depois o escárnio da coroação. Com longos espinhos, mais duros que os de acácia, os algozes entrelaçam uma espécie de capacete e o aplicam sobre a cabeça. Os espinhos penetram no couro cabeludo fazendo-o sangrar (os cirurgiões sabem o quanto sangra o couro cabeludo).

Pilatos, depois de ter mostrado aquele homem lacerado à multidão feroz, o entrega para ser crucificado. Colocam sobre os ombros de Jesus o grande braço horizontal da Cruz; pesa uns cinqüenta quilos. A estaca vertical já está plantada sobre o Calvário. Jesus caminha com os pés descalços pelas ruas de terreno irregular, cheias de pedregulhos. Os soldados o puxam com as cordas. O percurso, é de cerca de 600 metros. Jesus, fatigado, arrasta um pé após o outro, freqüentemente cai sobre os joelhos. E os ombros de Jesus estão cobertos de chagas. Quando ele cai por terra, a viga lhe escapa, escorrega, e lhe esfola o dorso.

Sobre o Calvário tem início a crucificação. Os carrascos despojam o condenado, mas a sua túnica está colada nas chagas e tirá-la produz dor atroz. Quem já tirou ma atadura de gaze de uma grande ferida percebe do que se trata. Cada fio de tecido adere à carne viva: ao levarem a túnica, se laceram as terminações nervosas postas em descoberto pelas chagas. Os
carrascos dão um puxão violento. Há um risco de toda aquela dor provocar uma síncope, mas ainda não é o fim.

O sangue começa a escorrer. Jesus é deitado de costas, as suas chagas se incrustam de pé e pedregulhos. Depositam-no sobre o braço horizontal da cruz. Os algozes tomam as medidas. Com uma broca, é feito um furo na madeira para facilitar a penetração dos pregos. Os carrascos pegam um prego (um longo prego pontudo e quadrado), apoiam-no sobre o pulso de Jesus, com um golpe certeiro de martelo o plantam e o rebatem sobre a madeira. Jesus deve ter contraído o rosto assustadoramente. O nervo mediano foi lesado. Pode-se imaginar aquilo que Jesus deve ter provado; uma dor lancinante, agudíssima, que se difundiu pelos dedos, e espalhou-se pelos ombros, atingindo o cérebro. A dor mais insuportável que um homem pode provar, ou seja, aquela produzida pela lesão dos grandes troncos nervosos: provoca uma síncope e faz perder a consciência. Em Jesus não.

O nervo é destruído só em parte: a lesão do tronco nervoso permanece em contato com o prego: quando o corpo for suspenso na cruz, o nervo se esticará fortemente como uma corda de violino esticada sobre a cravelha. A cada solavanco, a cada movimento, vibrará despertando dores dilacerantes. Um suplício que durará três horas.

O carrasco e seu ajudante empunham a extremidade da trava; elevam Jesus, colocando-o primeiro sentado e depois em pé; conseqüentemente fazendo-o tombar para trás, o encostam na estaca vertical. Depois rapidamente encaixam o braço horizontal da cruz sobre a estaca vertical. Os ombros da vítima esfregam dolorosamente sobre a madeira áspera. As pontas cortantes da grande coroa de espinhos penetram o crânio. A cabeça de Jesus inclina-se para frente, uma vez que o diâmetro da coroa o impede de apoiar-se na madeira. Cada vez que o mártir levanta a cabeça, recomeçam pontadas agudas de dor.

Pregam-lhe os pés. Ao meio-dia Jesus tem sede. Não bebeu desde a tarde anterior. Seu corpo é uma máscara de sangue. A boca está semi-aberta e o lábio inferior começa a pender. A garganta, seca, lhe queima, mas ele não pode engolir. Tem sede. Um soldado lhe estende sobre a ponta de uma vara, uma esponja embebida em bebida ácida, em uso entre os militares. Tudo aquilo é uma tortura atroz. Um estranho fenômeno se produz no corpo de Jesus. Os músculos dos braços se enrijecem em uma contração que vai se acentuando: os deltóides, os bíceps esticados e levantados, os dedos, se curvam. É como acontece a alguém ferido de tétano. A isto que os médicos chamam tetania, quando os sintomas se generalizam: os músculos do abdômen se enrijecem em ondas imóveis, em seguida aqueles entre as costelas, os do pescoço, e os respiratórios. A respiração se faz, pouco a pouco mais curta. O ar entra com um sibilo, mas não consegue mais sair. Jesus respira com o ápice dos pulmões. Tem sede de ar: como um asmático em plena crise, seu rosto pálido pouco a pouco se torna vermelho, depois se transforma num violeta purpúreo e enfim em cianítico.

Jesus é envolvido pela asfixia. Os pulmões cheios de ar não podem mais esvaziar-se. A fronte está impregnada de suor, os olhos saem fora de órbita.


Mas o que acontece? Lentamente com um esforço sobre-humano, Jesus toma um ponto de apoio sobre o prego dos pés. Esforça-se a pequenos golpes, se eleva aliviando a tração dos braços. Os músculos do tórax se distendem. A respiração torna-se mais ampla e profunda, os pulmões se esvaziam e o rosto recupera a palidez inicial. Por que este esforço? Porque Jesus quer falar: "Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem".

Logo em seguida o corpo começa afrouxar-se de novo, e a asfixia recomeça. Foram transmitidas sete frases pronunciadas por ele na cruz: cada vez que quer falar, deverá elevar-se tendo como apoio o prego dos pés. Inimaginável!

Atraídas pelo sangue que ainda escorre e pelo coagulado, enxames de moscas zunem ao redor do seu corpo, mas ele não pode enxotá-las. Pouco depois o céu escurece, o sol se esconde: de repente a temperatura diminui. Logo serão três da tarde, depois de uma tortura que dura três horas. Todas as suas dores, a sede, as câibras, a asfixia, o latejar dos nervos medianos, lhe arrancam um lamento: "Meu Deus, meu Deus, porque me abandonastes?". Jesus grita: "Tudo está consumado!". Em seguida num grande brado diz: "Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito". E morre.

Em meu lugar e no seu.

Fonte: http://www.jesussite.com.br/acervo.asp?id=448

8/11/2008

A Segunda Vinda de Jesus se aproxima!!!

A primeira vinda foi como Senhor Salvador, "...o Cordeiro de D'us que tira o pecado do mundo." (Jo. 1: 29). A segunda será como Rei e Juiz.

"A Bíblia fala claramente de um Messias que sofreria pelos pecados de todo mundo, e também de um Messias que reinaria sobre todo o mundo. Os Rabis não conseguiam compreender isto. Pensavam em termos de uma única vinda do Messias.
Só por revelação se podia entender que não haveria uma, mas duas vindas do Messias. Só por revelação se podia entender que o Messias viria, primeiro, para se oferecer como oferta pelos pecados do mundo, e, depois, para se apresentar como o Rei dos reis.
É interessante notar que a evidência dos rolos do Mar Morto, escritos muito antes do tempo de Jesus, sugere que a comunidade dos Essenos em Qumran compreendeu que isto aconteceria. Um dos rolos, chamado "o Messias Crucificado 2", revela que os Essenos compreenderam, por revelação, que, antes que o Messias pudesse reinar, tinha que sofrer, sendo crucificado.
Quando Jesus veio pela primeira vez, fê-lo como o Servo Sofredor (Is. 53). Veio para os seus e os seus não o receberam. Israel rejeitou-o e entregou-o aos Gentios para ser crucificado. Mas, quando voltar, não vai voltar em humildade, mas com grande poder e glória. Todo o olho o verá (Mt. 24: 27; Apoc. 1: 7). Virá como o Messias poderoso, que esmagará os inimigos de Israel debaixo dos seus pés e estabelecerá o reino do Milênio. É a vinda desde Messias que Israel espera ansiosamente." Do Livro O Filho Amado. O Espírito Santo tem alertado a Igreja. Saiba mais.

Maranata! "O Senhor Salvador Vem"

8/10/2008

Não dá p'ra esquecer!!!

 

Exatamente, como foi previsto há cerca de 60 anos...


Por favor, leia até o fim!




É uma questão de História lembrar que, quando o Supremo Comandante das Forças aliadas

(Estados Unidos, Grã-Bretanha, França, etc.),

General Dwight D. Eisenhower encontrou as vítimas dos campos de concentração, ordenou que fosse feito o maior número possível de fotos, e fez com que os alemães das cidades vizinhas fossem guiados até aqueles campos e até mesmo enterrassem os mortos.

E o motivo, ele assim explanou:

'Que se tenha o máximo de documentação - façam filmes - gravem testemunhos - porque, em algum momento ao longo da história, algum idiota se vai erguer e dirá que isto nunca aconteceu'.

'Tudo o que é necessário para o triunfo do mal, é que os homens de bem nada façam'. (Edmund Burke)




Relembrando:

Ha poucos dias, o Reino Unido removeu o Holocausto dos seus currículos escolares porque 'ofendia' a população muçulmana, que afirma que o Holocausto nunca aconteceu...

Este é um presságio assustador sobre o medo que está a atingir o mundo, e o quão facilmente cada país se está a deixar levar.

Estamos há mais de 60 anos do término da Segunda Guerra Mundial.


Trecho de um email que está a ser enviado como um alerta, em memória dos 6 milhões de judeus, 20 milhões de russos, 10 milhões de cristãos, e 1900 padres católicos resumindo;

(SERES HUMANOS)

que foram assassinados, massacrados, violentados, queimados, mortos à fome e humilhados, enquanto Alemanha e Rússia olhavam em outras direcções.



Agora, mais do que nunca, com o Irã, entre outros, sustentando que o 'Holocausto é um mito', torna-se imperativo fazer com que o mundo jamais esqueça.

A intenção de enviar este email, é que ele seja lido por, pelo menos, 40 milhões de pessoas em todo o mundo.


Veja fotos e vídeo do Holocausto neste espaço.

 

Reflexão

Há três coisas que nunca voltam: a flecha lançada, a palavra pronunciada e a oportunidade perdida.

8/5/2008

Saúde, um conceito mal entendido

Desde que a Organização Mundial de Saúde (O.M.S.) definiu que “Saúde é Bem-Estar” estamos presenciando um erro grave de entendimento do conceito que leva muitas pessoas à doença ao invés da saúde. A busca pelo bem-estar ou pelo seu análogo, o prazer, se tornou a filosofia de vida de muita gente.

Canso de ouvir as pessoas dizerem: só faço aquilo que me dá prazer! Como se isso fosse um verdadeiro principio universal. Embora seja a intenção, certamente, positiva, os resultados dessa postura são catastróficos.  Quando a O.M.S. disse que saúde é bem-estar estava se referindo ao bem-estar natural que gozamos quando nosso organismo está funcionando com qualidade e não a meios artificiais de se ter prazer.

Muitas são as coisas que dão bem-estar ou prazer, mas nem todas resultam em saúde.

Álcool dá prazer mas também leva à doença quando não se gerencia a freqüência e dose.

Tabaco dá prazer mas é a segunda causa de morte na atualidade.

Drogas dão prazer mas destroem nossos neurônios com muita facilidade.

Gordura dá prazer mas entope as artérias

A preguiça é uma delicia mas sobrecarrega o trabalho do coração de fazer circular 5 litros de sangue por dia.

Açúcar dá prazer mas seu excesso está relacionado à doença que mais cresce no mundo: diabetes.

Adrenalina excita e dá prazer mas leva ao estresse chamado mal do século.

Cafeína dá prazer, mas em doses excessivas causam taquicardia e outros males.

Então, essa ideologia do prazer tem levado as pessoas a um estado de inquietude e tensão na busca de prazer aqui, agora e a todo o momento, que não combina com a realidade biológica das coisas.

Precisamos, antes de tudo, aprender a realizar aquilo que importa.

Além disso tudo, aquilo que não dá prazer agora, mas é importante, pode resultar em muito prazer depois, por exemplo: atividade física. No inicio pode ser até doloroso mas a médio e longo prazo é bem-estar garantido.

A salada, os legumes, os vegetais em geral, para alguns não dão prazer imediato mas podem incrementar a produção de hormônios responsáveis pela sensação de prazer. 

A água não tem gosto nem cheiro mas é 70% da constituição do organismo.

Estudar só não dá prazer quando se é obrigado a fazê-lo sem o sentido certo do ato.

Mas, o mais agravante nessa ideologia é a ilusão de se achar que o prazer só é encontrado fora. Daí a origem do consumismo estratosférico que tem levado a muitos a caírem nas malhas das dividas impagáveis.

Na maioria das vezes o prazer está nas pequenas coisas. Nos momentos de bate- papo com amigos ou familiares, no descanso, no sono bem dormido, num trabalho bem feito, na alegria de uma criança, na contemplação da natureza, etc... As coisas grandes vêm raramente.

Viva a vida com simplicidade e se surpreenda com os resultados. Você descobrirá que o maior bem que possuímos, a saúde, não é tão complicado de se obter.

       Saúde e paz ! Todo o resto vem atrás.
                                     George Gazale

 

8/4/2008

O Adolescente Jesus

O Adolescente Jesus

No segundo capítulo do Evangelho de Lucas, nós temos o único relato Bíblico sobre a adolescência do Senhor Jesus:

Ora, todos os anos iam seus pais a Jerusalém, à festa da páscoa.

Tendo ele doze anos, subiram a Jerusalém, segundo o costume do dia da festa.  Ao regressarem, terminados aqueles dias, ficou o menino Jesus em Jerusalém, e não o souberam seus pais.

Pensando, porém, que estivesse em sua companhia, foram caminho de um dia. Então começaram a procurá-lo entre os parentes e conhecidos. Como não o encontrassem, voltaram a Jerusalém em busca dele.

Passados três dias, acharam-no no templo, assentado no meio dos doutores, ouvindo-os e interrogando-os. Todos os que o ouviam admiravam-se da sua inteligência e respostas.

Quando o viram, maravilharam-se, e sua mãe lhe disse: Filho, por que fizeste assim para conosco? Teu pai e eu ansiosos te procurávamos. Respondeu-lhes ele: Por que é que me procuráveis? Não sabeis que me convém tratar dos negócios de meu Pai? Mas eles não compreenderam as palavras que lhes dizia.

Então desceu com eles para Nazaré, e era-lhes sujeito. Mas sua mãe guardava todas estas coisas no coração. E crescia Jesus em sabedoria, em estatura e em graça para com Deus e os homens.
- Lucas 2:41 a 52 ECA


Eu creio que esta história não é simplesmente um acontecimento isolado na infância do Senhor Jesus, mas, de fato, mostra algo importante que precisava acontecer.

Nós vemos que a história começou quando Jesus tinha doze anos de idade, que significa o inicio da adolescência, o fato que Ele não era mais uma criança. Mesmo que os Seus pais tiveram feito a mesma viagem com Ele todos os anos desde o Seu nascimento, eles talvez não entenderem que agora estavam lidando, não com uma criança, mas com um adolescente, que tinha discernimento, sabedoria e um conhecimento da Palavra.

O primeiro ponto que chama a nossa atenção é o fato que os pais de Jesus nem perceberem a Sua ausência no início da viagem de volta para casa. Sem dúvida eles estavam acostumados com a obediência dele, e não perceberem que agora Ele estava agindo de acordo com prioridades maiores do que a vida familiar de uma criança. Neste momento, no início da Sua adolescência, o Seu chamado ministerial também estava começando a se despertar.

Como pais, líderes e educadores de adolescentes, nós também não podemos ignorar o fato que eles não são mais crianças, nem no mundo natural nem no mundo espiritual, e que devemos estar orando e encorajando o despertamento dos seus dons e chamados ministeriais.

Este ponto principal está confirmado no versículo 46, onde vemos que três dias se passaram até que José e Maria O acharam no templo.  Como mais tarde Ele ficaria no sepulcro até o terceiro dia, eu creio que o prazo de três dias durante os quais Ele ficou "perdido" nós mostra que este evento teve o significado de uma morte e ressurreição. De uma forma muito real, o menino Jesus tinha morrido, e o homem Jesus estava nascendo.

A pergunta que Maria fez ao seu filho, em versículo 48, mostra como ela não entendeu a sua decisão de ficar no templo, interpretando-a como sendo um ato até de insubordinação: "Filho, por que fizeste assim para conosco?" É claro que neste momento Maria estava olhando para Ele com olhos apenas naturais, porque ela continuou chamando o Seu padrasto José de "Teu Pai."

A resposta do Senhor Jesus, dada com o maior respeito, mostrou como as Suas prioridades tiveram mudado, algo do que Seus pais naturais deveriam estar cientes: "Por que é que me procuráveis? Não sabeis que me convém tratar dos negócios de meu Pai?" (Versículo 49). Jesus não estava sendo desobediente aos Seus pais terrestres, mas, sim, Ele estava começando a "tratar dos negócios de Seu Pai."

Lucas observou que José e Maria "não compreenderam as palavras que lhes dizia." Neste momento, eles não entenderem que o menino Jesus estava se tornando um adolescente, entrando no Seu chamado, e começando a operar com Seus dons de revelação, sabedoria e discernimento. É interessante observar que Maria "guardava todas estas coisas no coração", enquanto José não aparece mais no narrativo Bíblico - talvez fosse até necessário que ele saísse da cena antes que Jesus pudesse entrar na plenitude do seu ministério público com trinta anos de idade.

Os versículos 51 e 52 são os únicos na Bíblia que tratam diretamente da adolescência do Senhor Jesus. Neles nós vemos como Jesus continuou sendo sujeito aos seus pais, mesmo quando estes aparentemente não entenderem o Seu chamado e despertamento ministerial. Ele sempre obedeceu a admoestação de "honrar a teu pai e a tua mãe" (Êxodo 20:12)

Também, em versículo 52, nós vemos as quatros áreas de crescimento que são tão importantes na vida do adolescente: "crescia Jesus em sabedoria, em estatura e em graça para com Deus e os homens." O Senhor Jesus cresceu em sabedoria (crescimento intelectual), estatura (crescimento físico), graça para com Deus (crescimento espiritual) e graça para com os homen (crescimento social).

Em nosso ministério com adolescentes, devemos lembrar destas áreas, e focalizar as nossas atividades para que elas possam complementar o crescimento equilibrado do jovem. É obvio que precisamos ajudá-los a crescer no seu relacionamento com Deus, porém também pode ser necessário que ajudamos em outras áreas também, como, por exemplo, na alimentação, saúde ou exercício físico para adolescentes em situação de risco, atividades que contribuiriam para o seu crescimento físico, ou com trabalhos em grupo que podem ajudar no crescimento social.

Muitas vezes, na Bíblia e na história da Igreja, Deus tem chamado e usado poderosamente adolescentes como instrumentos na Sua mão. Podemos citar José e Davi (ambos com 17 anos), os profetas Samuel (com provavelmente 12 anos) e Jeremias (provavelmente com 14 anos), e o discípulo João, que talvez estava com apenas 14 anos de idade quando ele começou a seguir o Senhor Jesus.

Evan Roberts começou a interceder para o avivamento no seu país de Gales, que, mais tarde, ele mesmo iria liderar, com 13 anos de idade. George Whitefield, que teve papel fundamental no avivamento liderado por John Wesley, se converteu com 16 anos, e aos 22 já estava pregando para multidões de ate dez mil pessoas. William Booth, fundador do Exército da Salvação, que impactou a Inglaterra com um grande avivamento no século 19, se rendou ao Salvador com 15 anos de idade, a sua esposa Catherine, com 17 anos.

Precisamos aprender com o exemplo do próprio Senhor Jesus, orando e encorajando os nossos adolescentes para que eles também podem "tratar dos negócios de seu Pai."


Pr Paul David Cull
Ministério Avivamento Já

Media PC: o substituto do video cassete - Estadao.com.br :: Vídeos

TV Estadão | 31.07.2008

O repórter Lucas Pretti, do caderno Link, apresenta o computador que permite assistir TV e gravar a programação diretamente no HD

http://www.estadao.com.br/interatividade/Multimidia/ShowVideos.action?destaque.idGuidSelect=F548702B006A40888D4890778D8D076F

8/3/2008

Comentário Judaico do Novo Testamento

Comentário Judaico do Novo Testamento

por David H. Stern

944 páginas

Finalmente no Brasil e em português, o famoso comentário, versículo por versículo, do Novo Testamento no contexto JUDAICO, elaborado por David Stern. Nesta obra memorável e já conhecida mundialmente, o autor oferece aos estudiosos da Bíblia uma visão completa da cultura, da teologia e da geografia de Israel dos dias de Yeshua. Foram necessárias décadas de estudo e pesquisas nas línguas hebraica, grega e aramaica para proporcionar o máximo de entendimento dos textos originais.

Entenda as difíceis passagens do Novo Testamento em seu contexto original, restaurando o verdadeiro conhecimento bíblico dos apóstolos. Adquira este compêndio teológico e restaure as raízes bíblicas e judaicas da verdadeira fé cristã.

Clique aqui e veja uma amostra do comentário

7 leis dos filhos de Noé

 

Após o Dilúvio e a saida de Nôach (Noé) e sua família da arca, D'us os abençoou e estabeleceu uma aliança assegurando-lhes de que jamais haveria outro dilúvio para destruir a terra. Fez surgir no céu o primeiro arco-íris que selaria para sempre esta aliança.
D-us confiou a Nôach e sua família um Código de Vida; um conjunto de leis sobre as quais uma nova civilização seria construída.
Estas sete leis foram dadas por D'us para toda a humanidade e reafrimadas no Monte Sinai.No âmago deste código moral universal está o reconhecimento de que a moralidade – na verdade, a própria civilização – deve ser baseada na crença em D’us.
A menos que reconheçamos um Poder Mais Alto perante quem somos responsáveis, e que observa e conhece as nossas ações, não transcenderemos o egoísmo de nosso caráter e a subjetividade de nosso intelecto. Se o próprio homem é o árbitro do certo e errado, então o “certo” para ele será aquilo que deseja, independentemente das conseqüências para os outros habitantes da terra.
“As Sete Leis” são uma herança sagrada para todos, um código que toda pessoa na face da terra pode usar como base para sua vida espiritual, moral e pragmática. São intemporais, não restritas a locais geográficos e jamais podem ser alteradas ou modificadas, guiando a humanidade a perceber seu potencial máximo e sua semelhança com o Criador.
Chegará um tempo em que todos estarão preparados para incorporar este caminho. Será então o início de um novo mundo de sabedoria e paz.

1. Reconheça que existe apenas um D’us

Primeira Lei - Creia em D-us - não adore ídolos

O homem, a mais fraca das criaturas, está rodeado por forças de vida e morte muito mais poderosas que ele próprio. Confrontado com a vastidão destas forças universais, o homem poderia tentar "serví-las" para proteger a si mesmo, e melhorar sua propriedade. A essência da vida, entretanto, é reconhecer o Ser Supremo que criou o Universo - acreditar n'Ele e aceitar Suas leis com reverência e amor.
Devemos lembrar que Ele está consciente de nossos atos, premiando a bondade e castigando a maldade. Dependemos d'Ele, e apenas a Ele devemos lealdade. Imaginar que poderia haver outro poder capaz de nos proteger e suprir todas nossas necessidades, é não apenas tolice, mas contradiz o propósito da vida, e, como a história tem mostrado, potencialmente desencadeia forças indizíveis do mal em nós mesmos, e no mundo.

2. Respeite o Criador

Segunda Lei - Respeite a D-us e louve-O - não blasfeme usando Seu nome

Quando nos sentimos desapontados com a vida, quando as coisas não acontecem da maneira que deveriam, é muito fácil apontar um dedo acusador e culpar tudo e todos, até mesmo D-us. Lealdade e confiança são cruciais na vida.

Culpar D-us, praguejar, ou amaldiçoar outros em Seu nome, é um ato de deslealdade - derruba a base de toda ordem e estabilidade na qual uma sociedade justa deve se apoiar.

3. Respeite a vida humana

Terceira Lei - Respeite a vida humana - não mate

O registro da desumanidade do homem com seu semelhante começa com a história de Cain e Hevel (Caim e Abel). O homem é de fato o guardião de seu irmão. A proibição contra o assassinato, incluindo o aborto, chega para proteger o homem da tendência bestial que habita dentro dele.

O homem, o atacante, renega a santidade da vida humana, e por fim ataca D-us, que nos criou à Sua imagem e semelhança.

4. Respeite a instituição do casamento

Quarta Lei - Respeite a família - não cometa atos sexuais imorais

A Bíblia declara: "Não é bom para o homem estar sozinho," então D-us criou uma companheira para Adam, e em matrimônio, "Ele os abençoou." Numa família completa, a criatividade do homem encontra significativa expressão. Famílias são a pedra fundamental de comunidades, nações e sociedades sadias.

Nações que toleraram a imoralidade - adultério, homossexualidade, sodomia, incesto - jamais tiveram uma longa duração. Imoralidade sexual é o sinal de decadência interior que gera uma sociedade desumana, trazendo o caos ao plano de vida traçado por D-us.

5. Respeite os direitos e a propriedade alheia

Quinta Lei - Respeite os direitos e a propriedade dos outros - não furte

Como nosso sustento vem de D-us, devemos procurar ganhá-lo honestamente, com dignidade, e não através de meios falsos. Violar a propriedade do próximo, através do roubo ou falsidades, constitui um ataque fundamental à dignidade de outrem.

Isto gera a anarquia, lançando o homem às profundezas do egoísmo e da crueldade. Foi por este pecado, acima de tudo, que o Dilúvio foi trazido a este mundo.

6. Respeite todas as criaturas

Sexta Lei - Estabeleça tribunais para a manutenção da justiça

Um sistema legal robusto e saudável, que administre igualmente a justiça, cria uma sociedade merecedora das bênçãos de D-us. Estabelecer um sistema de juizes, cortes e oficiais para manter e cumprir a lei é uma grande responsabilidade.

Este preceito traduz os ideais de nossa vida pessoal até uma ordem formal para a sociedade como um todo. É a sua extensão e garantia de todas as leis precedentes.

7. Estabeleça tribunais de justiça

Sétima lei - Respeite todas as criaturas - não coma a carne de um animal enquanto ainda está vivo

D-us concedeu ao homem "domínio sobre os peixes do mar, as aves dos céus, sobre o gado, e sobre tudo o que há na terra". Somos os guardiões da criação de D-us. Em última análise, nossa responsabilidade estende-se além de nossa família, mesmo além da sociedade, para incluir o mundo da natureza.
Ingerir carne, a ponto de o animal ainda estar vivo, é cruel, bárbaro e demonstra uma insensibilidade profunda a dor.

Fonte: http://www.chabad.org.br/tora/7leis/index.htm

13 princípios da fé de Maimônides

 

Moshê Maimônides (1135-1204) é reconhecido como o mais famoso dos comentaristas judeus. Escritor aclamado, estimado filósofo, médico de renome e mestre talmúdico - este é seu legado. Sua obra magna, Mishnê Torá, é considerada até hoje como a mais conceituada e completa codificação da lei judaica, na qual explica nos fundamentos da crença judaica que a Torá é verdadeira.

Se uma pessoa negar qualquer preceito ou conceito da Torá é como se ele estivesse negando a Torá inteira, pois a Torá é uma unidade, uma só essência. Se uma pessoa desconhece algum princípio da Torá, ele é simplesmente considerado ignorante. Mas se alguém é ignorante em um dos Treze Princípios de Fé de Maimônides, então ele deixou de conhecer o que é judaísmo.

Ao formular os Treze Princípios de Fé, Maimônides percorreu a literatura judaica sagrada, estabelecendo os principais pontos de afirmação e crença no D-us único e em Sua revelação a Moshê, o líder de nosso povo.

 

Fonte: http://www.chabad.org.br/tora/13principios.htm

7/15/2008

Nunca é tarde demais...

"Nunca é tarde demais para sermos aquilo que deveríamos ter sido!” Pensamento da Semana em http://www.glorinhacohen.com.br/SubItemMenu.asp?idMateria=2161

7/13/2008

Para que o mundo jamais se esqueça do holocausto...

 

Citação

YouTube - Para que o mundo jamais se esqueça do holocausto...